Carta aberta ao Sr. Primeiro Ministro.!!!!!!!

Caro Sr. Primeiro-Ministro Venho por meio desta comunicação manifestar o meu total apoio ao seu esforço de modernização do nosso país. Como cidadão comum, não tenho muito mais a oferecer além do meu trabalho, mas já que o tema da moda é Reforma Tributária ” PEC “, percebi que posso definitivamente contribuir mais. Vou explicar:   [...]

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Made in Portugal………..

O ZÉ, depois de dormir numa almofada de algodão (Made in Egipt), começou o dia bem cedo, acordado pelo despertador (Made in Japan) às 7 da manhã. Depois de um banho com sabonete (Made in France) e enquanto o café (importado da Colômbia) estava a fazer na máquina (Made in Chech Republic), barbeou-se com a [...]

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Monthly wage rates1

A PERSISTENTE HIPOCRISIA POLÍTICA

A PERSISTENTE HIPOCRISIA POLÍTICA Quando se criticam os patrões portugueses por não elevarem nas suas empresas industriais de mão-de-obra intensiva os salários acima do mínimo legal, oculta-se sempre uma das verdadeiras causas do problema, escondida na situação de concorrência desleal a que estão sujeitos, da qual por razões óbvias se evita falar e na qual [...]

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Um povo…

” O povo saiu à rua para festejar a vitória do Benfica e eu, apesar de ser do FC Porto, não achei mal. As pessoas têm o direito de ficar alegres. O povo saiu à rua para ver o Papa e eu, apesar de ser agnóstico, não acho mal. As pessoas têm direito à sua [...]

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Grita Comigo FORÇA PORTUGAL

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O Antidemagogo

O Antidemagogo.

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Os Irmãos Metralhas.

Os Irmãos Metralhas

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Portugal ?

Portugal ?

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ANTES DA POSSE O nosso partido cumpre o que promete. Só os tolos podem crer que não lutaremos contra a corrupção. Porque, se há algo certo para nós, é que a honestidade e a transparência são fundamentais. para alcançar os nossos ideais Mostraremos que é uma grande estupidez crer que as máfias continuarão no governo, [...]

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Europa vc China

Europa vc China

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Euro Collapses

Euro Near to Collapses…!!!

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Como vai funcionar a nova tributação das mais-valias.

Como vai funcionar a nova tributação das mais-valias A proposta de Lei do Governo que agrava para 20% o imposto sobre as mais-valias obtidas com valores mobiliários, abrange a venda de acções, obrigações ou outros títulos de dívida por particulares ou por fundos de investimento mistos ou de subscrição particular. A proposta de Lei do [...]

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PEC = Plano de Endividamento e Corrupção.!!!!!

Caros amigos, eu digo, abaixo o PEC e abaixo os que agora assobiam para o lado, fingindo não serem responsáveis pela trapalhada em que nos meteram! Nós precisamos de julgá-los e arredá-los dos lugares, em que os colocamos. Eu quero despedi-los e a todos os maus políticos. Cansei de aturar estes diminuídos mentais, apenas interessados [...]

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Nova linha de crédito PME Investe V pode chegar aos dois mil milhões…

Por Agência Lusa, Publicado em 24 de Março de 2010 O Governo anunciou hoje uma nova linha PME Investe com uma dotação inicial de 750 milhões de euros, que pode chegar até aos dois mil milhões até ao final do ano, e que permite candidatura de empresas com dívidas ao Estado. “Temos previsto para este [...]

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Escravatura na Europa

NOTA À IMPRENSA NUNO MELO RECLAMA INTERVENÇÃO DA COMISSÃO EUROPEIA, CONTRA A UTILIZAÇÃO DE TRABALHADORES CHINESES CLANDESTINOS EM ITÁLIA, NO SECTOR TÊXTIL, EM CONCORRÊNCIA DESLEAL COM AS EMPRESAS PORTUGUESAS QUE CUMPREM TODAS AS REGRAS A QUE ESTÃO OBRIGADAS A iniciativa do Deputado Nuno Melo surgiu na sequência da notícia do jornal Finantial Times, que dava [...]

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Toda Verdade no ” Facebook “

. http://www.facebook.com/home.php?#!/profile.php?id=100000924427208

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José Sócrates, o mutante.

José Sócrates, o mutante.

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A CHINA DO FUTURO !!!!!!!!

A BOMBA MUNDIAL QUE NINGUÉM QUER VER • A CHINA DO FUTURO Luciano Pires Alguns conhecidos voltaram da China impressionados. Um determinado produto de que o Brasil fabrica um milhão de unidades, uma só fábrica chinesa produz quarenta milhões… A qualidade já é equivalente. E a velocidade de reacção é impressionante. Os chineses colocam qualquer [...]

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Vestuário é instrumento político – Parte 2

O acesso privilegiado aos mercados norte-americano e europeu é uma benesse muito relevante para diversos países exportadores de vestuário e esta importância é proporcional à dependência desses países em relação ao sector. Quando surge a necessidade de criar pressão, é nos pontos mais sensíveis que esta é exercida. dummy Vestuário é instrumento político – Parte [...]

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Vestuário é instrumento político – Parte 1

O sector de vestuário desempenha um papel relevante na economia de diversos países, de tal maneira que se está a tornar numa das principais formas de pressionar os líderes políticos. Mas até que ponto é isso aceitável? dummy Vestuário é instrumento político – Parte 1 Os EUA e a UE parecem estar tentados a influenciar [...]

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Medina Carreira

A economia vai derrotar a democracia de 1976. José Sócrates, é um homem de circo, de espectáculo. Portugal está a ser gerido por medíocres, Guterres, Barroso, Santana Lopes e este, José Sócrates, não perceberam o essencial do problema do país. O desemprego não é um problema, é uma consequência de alguma coisa que não está [...]

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IMAGINEM por MÁRIO CRESPO

IMAGINEM por MÁRIO CRESPO

Um dia destes está no desemprego… …mas lá que tem coragem, tem! Imaginem 00h30m Imaginem que todos os gestores públicos das setenta e sete empresas do Estado decidiam voluntariamente baixar os seus vencimentos e prémios em dez por cento. Imaginem que decidiam fazer isso independentemente dos resultados. Se os resultados fossem bons as reduções contribuíam [...]

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Só por Amor a Portugal

Só por Amor a Portugal

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Pois!! Parece que já ninguém se lembra…Convém que o pessoal não se esqueça!!!

Sovenco Lembro-me desta história que se passou em 2005, não tenho a certeza se eram bem estes os protagonistas…. A Sovenco, criada em 1990, era uma Sociedade de Venda de Combustíveis. A sua constituição: Armando Vara, Fátima Felgueiras, José Sócrates, Virgílio de Sousa. Agora, já ninguém  se lembrar desta noticia.  Convém que o pessoal não [...]

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Os 3 pilares da economia

Os 3 pilares da economia

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Armando Vara apanhado em escuta de caso de corrupção

Antigo ministro investigado pela PJ por suspeita de ter pedido 10 mil euros em notas como compensação de “diligências” junto de empresas públicas para favorecer empresário de Ovar   O antigo ministro e actual administrador do Millennium-bcp, Armando Vara, é um dos 13 arguidos numa investigação da PJ por suspeitas de corrupção, tráfico de influências, [...]

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Gaffe ou José Sócrates disse a verdade?

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sarjeta

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Pelos 3% Défice

Pelos 3% Défice

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República das Banana….!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Medina Carreia comenta a situação do país, a propósito do Magalhães

 

Veja o vídeo no nós por cá :      Carregue aqui para ver. 

A alegoria do quadro e do fato é, no minimo, demolidora.

 

E quem diria que as perspectivas reais de entrega do Magalhães são apenas EM MAIO PESE EMBORA O FACTO DE OS PAIS TEREM PAGO À CABEÇA E NO INÍCIO DO ANO LECTIVO?

 

Medina Carreira não tem razão? não somos dominados por um bando de parasitas que foram derrotados pela vida e não tiveram outra alternativa senão recorrer ao compadrio maçónico ou político?

 

Olhe o triste episódio do curso superior de engenharia de um deles?

 

Isto não é uma tristeza?

 

É isto o orgulho nacional?

 

Como é possível a agonia aberrante e desproporcionada dos impostos sobre as empresas que não os podem pagar… e mesmo assim os empregadores recorrem à arbitragem do IAPMEI para procurar a viabilização da sua empresa e é precisamente a Segurança Social e as Finanças a VOTAREM CONTRA? é que nestes últimos 4 meses foram inviabilizadas cerca de 20 000 mil empresas e para o desemprego de cerca de cem mil trabalhadores…como é isso possível?

 

 

Segurança Social que depois pega nos fundos de todos nós e vai jogar na bolsa descapitalizando em trocados miúdos de 500 milhões…e isto é apenas o que transpirou pra fora…qual a real dimensão do buraco? terá ido bater à porta do Madoff? é que parte dos seus capitais estavam no BPN por isso…

 

 

É que depois existem estas contingências internacionais, e com a política agressiva e demolidora contra as empresas, o Estado não se disponibiliza a assegurar a protecção condigna dos cidadãos no desemprego…fica tudo no deus dará…

 

 

E o aumento do salário mínimo nacional nesta conjuntura? é de elementar justiça? claro que sim mas de que serve o aumento se as empresa falirem por falta de negócios? e como é possível vir o primeiro ministro chamar “mesquinhos” a quem tem que os pagar…quando este tipo de aumentos SÓ OCORREM DEPOIS DO ESTADO TER DESANEXADO O SMN COMO INDEXANTE PARA TODOS OS CÁLCULOS? NESSA ALTURA JÁ NÃO ERA MESQUINHO? 

 

 

Numa auditoria a 20 sociedades do sector empresarial do Estado, a entidade fiscalizadora refere que ANA, NAV, TAP, RTP e Metro do Mondego tinham inscritas nas suas contas dívidas referentes a impostos sobre lucros, IRS retido aos seus trabalhadores, contribuições à segurança social e IVA.Agora é o próprio Estado que não paga os impostos? é coisa pouca só 17 mil milhões…

 

Será que os gestores públicos também estão a ser processados criminalmente por abuso de confiança fiscal? Ou tais processos são apenas instaurados aos gestores privados?

 

 

O que vale é que a política de sacrifício exarcebado que a nova ponte e o TGV implicavam vão ficar na gaveta face ao agravamento do rating nacional nos mercados internacionais… QUEM É QUE AGORA NOS VAI EMPRESTAR DINHEIRO? o que por um lado é negativo mas por outro limita a política de compadrio de adjudicar tudo à Mota-Engil/Jorge Coelho Consórcio S.A. (como já ocorreu com o cais de Alcântara).

 

 

Ou para que pensam que serve a LIVRE ADJUDICAÇÃO DE OBRAS SEM QUALQUER AUTORIZAÇÃO ATÉ AO LIMITE DE 5 MILHÕES? para as pequenas aldeias do interior é que não será… então para onde será?

 

 

E para os amigalhaços e para as luvas e depois de iniciadas sobem, de derrapagem em derrapagem, até montantes dez e vinte vezes superiores, sem haver alguém que denuncie o escândalo. Claro, o povo é que paga…….

 

 

Para o seu bolso? para o nosso? para os comerciantes? industriais? nem pensar… porque para esses a contrapartida é pagar PORTAGENS!  e se não pagar nenhuma CONTRIBUIÇÃO ESPECIAL por conta de umas supostas mais valias, já não é nada mau!

 

O Guterres é que tinha razão… isto tudo não passa de uma República de Bananas… com a agravante de que tudo come e nós ficamos a ver…e ainda temos que pagar por cima!

 

Veja para onde vão os milhões dos nossos impostos SEM CONCURSO PÚBLICO:

 

 

E como o Medina diz e muito bem, isto é tudo uma FANTOCHADA…

 

 

  toda.verdade@gmail.com

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Gaffe ou José Sócrates disse a verdade?

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Porreiro pá !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

GASÓLEO A 0,80€ PARA OS IATES

O Governo democrático e maioritário do PS.

agora, todos ficam a saber :  os que têm iates e embarcações de recreio que através do Artº 29 do Cap. II da Portaria 117-A de 8 de Fevereiro de 2008, beneficiam de gasóleo ao preço do que pagam os armadores e os pescadores.

Assim todos os portugueses são iguais perante a Lei, desde que tenham iates…

É da mais elementar justiça que os trabalhadores e as empresas que tenham carro a gasóleo o paguem a 1,42€, e os banqueiros e empresários do ‘Compromisso Portugal’ o paguem a 0,80€, e é justo, porque estes não têm culpa que os trabalhadores não comprem iates!!!

Porreiro pá !

http://diario.iol.pt/economia/portugal-combustiveis-pesca-iates-luxo-gasoleo/957827-1730.html

 

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Albert Einstein vs Marilyn Monroe

Albert Einstein vs Marilyn Monroe

When you look at this picture in a closer look you see its  Albert    Einstein.
But if you stand 5 meters distance. It will become Marilyn Monroe

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Factura de água………….!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

O artigo que os jornais não publicaram: Porquê?

Há muito que de nossa banda se escrevera um artigo sobre a factura das Águas de Coimbra, E.M.
Os jornais, porém, naturalmente distraídos, não o publicaram.
Eis o seu teor:
Uma empresa municipal disponível,
como tantas outras,
num “Estado de Direito” à maneira …

Mário Frota

Olho com olhos de ver a factura das Águas de Coimbra (de outras), EM, e o que vejo?
- Tarifa Volumétrica – 8,92
- Tarifa Disponibilidade Serviços Água – 9,60
- Tarifa Volumétrica Saneamento – 4,32
- Tarifa Disponibilidade de Serviços Saneamento – 3,60
- Resíduos sólidos – 1,60
- Devolução caução – 0,60
- IVA – 1,32
Soma – 28,76

E o que retenho?
Que me vão ao bolso de forma escandalosa em duas rubricas
· Tarifa de Disponibilidade de Água – 9,60
· Tarifa Disponibilidade de Serviços Saneamento – 3,60
Se somar as duas pretensas tarifas terei apurado – 13,20 (nada mais, nada menos de cerca de 2650$00 em moeda antiga).
Se se multiplicar por 12 meses, teremos (ainda em moeda antiga) 31 800$00.
Se se equacionar um tal montante com as pensões de reforma que “servem” uma parte apreciável dos idosos, teremos uma clara representação do que isso representa.
E, no entanto, desde 1996 que tais tarifas, taxas ou o que quer que seja, são ilegais.
Porque são consumos mínimos encapotados, contra o que sempre bradámos.
Sem sucesso.
Hoje, na redacção “interpretativa” da Lei 12/2008, de 26 de Fevereiro, diz o n.º 2 do artigo 8º, em entendimento que sempre foi o de quem sabe o que cá anda a fazer (será que todos podem dizer o mesmo?):
“2- É proibida a cobrança aos utentes de:
a) Qualquer importância a título de preço, aluguer, amortização ou inspecção periódica de contadores ou outros instrumentos de medição dos serviços utilizados;
b) Qualquer outra taxa de efeito equivalente à utilização das medidas referidas na alínea anterior, independentemente da designação utilizada;
c) Qualquer taxa que não tenha uma correspondência directa com um encargo em que a entidade prestadora do serviço efectivamente incorra, com excepção da contribuição para o audiovisual;
d) Qualquer outra taxa não subsumível às alíneas anteriores que seja contrapartida de alteração das condições de prestação do serviço ou dos equipamentos utilizados para esse fim, excepto quando expressamente solicitada pelo consumidor.”
Mas seria preciso que a lei viesse dizer isto?
Decerto que não!
No entanto, em 12 anos de expedientes do estilo, estas empresas arrecadaram o que lhes não era por direito.
Se multiplicarmos os montantes evidenciados pelo número de consumidores, ficaremos com uma ideia das somas caladas que se arrecadam a este título… vazado na ilicitude.
Na verdade, a Lei dos Serviços Públicos Essenciais tem – em múltiplos aspectos – sido autêntica letra morta, como é o caso.
Pensem nos milhões que se avolumam nas operações de multiplicar a que se assiste.
13.20 euros x 12 x n consumidores = resultado absolutamente surpreendente!
Direitos do consumidor para quê?
Como dizia Orlando de Carvalho, só os fornecedores têm direitos!
E nós que sempre relutámos em citar esta expressão!
A Nova Lei (explicativa) será para tomar a sério?

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Onde há fumo, há Sócrates…!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Onde há fumo, há Sócrates…!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 

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A ANEDOTA em que se transformou o nosso País:

-Uma adolescente de 16 anos pode fazer livremente um aborto mas não pode pôr um piercing.

-Um cônjuge para se divorciar, basta pedir.

-Um empregador para despedir um trabalhador que o agrediu precisa de uma sentença judicial que demora 5 anos a sair.

-Na escola um professor é agredido por um aluno. O professor nada pode fazer, porque a sua progressão na carreira está dependente da nota que dá ao seu aluno.


-Um jovem de 18 anos recebe €200 do Estado para não trabalhar; um idoso recebe de reforma €236 depois de toda uma vida do trabalho.


-Um marido oferece um anel à sua mulher e tem de declarar a doação ao fisco.


-O mesmo fisco penhora indevidamente o salário de um trabalhador e demora 3 anos a corrigir o erro.

-O Estado que queria gastar 6 mil milhões de euros no novo Aeroporto da Ota
recusa-se a baixar impostos porque não tem dinheiro.

-Nas zonas mais problemáticas das áreas urbanas existe 1 polícia para cada 2 000 habitantes; o Governo diz que não precisa de mais polícias.

-Numa empreitada pública, os trabalhadores são todos imigrantes ilegais, que recebem abaixo do salário mínimo e o Estado não fiscaliza.

-Um professor é sovado por um aluno e o Governo diz que a culpa á das causas sociais.

-Numa entrevista à televisão, o Primeiro-Ministro define a Política como ‘A Arte de aprender a viver com a decepção’.

-Um polícia bate num negro é uma atitude racista, um bando de negros mata 3 polícias, não estão inseridos na sociedade.

- Um clube inscreve um jogador mal, são lhe retirados 6 pontos, um clube que tenta subornar um arbitro são lhe retirados 6 pontos. ( Nota de um leitor: o clube a que se refere não ia tentar subornar um árbitro com o campeonato ganho e num jogo em que ficou provado que não foi nada beneficiado. E não está provado ainda que tenha jantado com ele.E se tivesse jantado?Nunca tomou café com um juiz amigo? Não colabore no linchamento de um vencedor…só porque ele é vencedor) .

- O café da esquina fechou porque não tinha WC para homens, mulheres e empregados, no Fórum Montijo a WC da Pizza Hut fica a 100mts, nem tem local para lavar mãos.

- O governo incentiva as pessoas a procurarem energias alternativas ao petróleo e depois multa quem coloca óleo vegetal nos carros porque não paga ISP (Imposto sobre produtos petrolíferos).

- O ministério do ambiente incentiva o uso de meios alternativos ao combustível, no edifício do ministério do ambiente não há estacionamento para bicicletas, nem se sabe de nenhum ministro que utiliza a bicicleta.
 
- Nas prisões é distribuído gratuitamente seringas por causa do HIV, mas como entra droga nas prisões?
 

- No exame final de 12º ano és apanhado a copiar chumbas o ano, o primeiro-ministro fez o exame de inglês técnico em casa e mandou por faxe e é engenheiro.

- Um jovem de 14 mata um adulto, não tem idade para ir a tribunal, um jovem de 15 leva um chapada do pai, por ter roubado dinheiro para droga é violência doméstica.
 
- Uma família a quem uma casa ruiu e não tem dinheiro para comprar outra o estado não tem dinheiro para fazer uma nova, tem de viver conforme podem, 6 presos que mataram e violaram idosos numa sela de 4 e sem wc privado, não estão a viver condignamente e associação de direitos humanos faz queixa ao tribunal europeu.
 

- Militares que combateram em África a mando do governo da época não lhes é reconhecido nenhuma causa nem direito de guerra, o primeiro-ministro elogia as tropas que estão em defesa da pátria no KOSOVO, AFEGANISTÃO E IRAQUE.

- Começas a descontar em Janeiro o IRS e só vais receber o excesso em Agosto do ano que vem, não pagas as finanças a tempo e horas passado um dia já estas a pagar juros.

- Fechas a janela da tua varanda e estas a fazer uma obra ilegal, constrói-se um bairro de lata e ninguém vê.
 

- Se o teu filho não tem cabeça para a escola e com 14 anos pões a trabalhar contigo num oficio respeitável, é exploração do trabalho infantil, se és artista e o teu filho com 7 anos participa em gravações de telenovelas 8 horas por dia ou mais a criança tem muito talento, sai ao pai ou à mãe.

- O primeiro-ministro diz que o serviço de saúde com as medidas tomadas está mais prático e eficiente, não há registo de na última década alguém ter visto, ministro, esposa ou enteados nos SAP?s. 
 
-Paguei 0.50€ por uma seringa na farmacia para dar um medicamento ao meu filho, se fosse drogado, não pagava nada

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O Senhor não tem idade nem curriculum…

O Primeiro-ministro José Sócrates num momento de alucinação dirigindo-se a Francisco Louçã disse: ‘ Você não tem idade nem curriculum…’.

Uma boa piada, diz o jornalista do Portugal Diário! Eu fui à Internet verificar o curriculum e não resisto a publicar:

Actividade política:

*Louçã, nasceu em 12 de Novembro de 1956. Participou na luta contra a Ditadura e a Guerra no movimento estudantil dos anos setenta, foi preso em Dezembro de 1972 com apenas 16 anos e libertado de Caxias sob caução, aderindo à LCI/PSR em 1972 e em 1999 fundou o Bloco de Esquerda. Foi eleito deputado em 1999 e reeleito em 2002 e 2005. É membro das comissões de economia e finanças e antes comissão de liberdades, direitos e garantias. Foi candidato presidencial em 2006.

Actividades académicas:

Frequentou a escola em Lisboa no Liceu Padre António Vieira (prémio Sagres para os melhores alunos do país), o Instituto Superior de Economia (prémio Banco de Portugal para o melhor aluno de economia), onde ainda fez o mestrado (prémio JNICT para o melhor aluno) e onde concluiu o doutoramento em 1996.
Em 1999 fez as provas de agregação (aprovação por unanimidade) e em 2004 venceu o concurso para Professor Associado, ainda por unanimidade do júri. É professor no ISEG (Universidade Técnica de Lisboa), onde tem continuado a dar aulas e onde preside a um dos centros de investigação científica (Unidade de Estudos sobre a Complexidade na Economia).
Recebeu em 1999 o prémio da History of Economics Association para o melhor artigo publicado em revista científica internacional. É membro da American Association of Economists e de outras associações internacionais, tendo tido posições de direcção em algumas; membro do conselho editorial de revistas científicas em Inglaterra, Brasil e Portugal; ‘referee’ para algumas das principais revistas científicas internacionais (American Economic Review, Economic Journal, Journal of Economic Literature, Cambridge Journal of Economics, Metroeconomica, History of Political Economy, Journal of Evolutionary Economics, etc.).
Foi professor visitante na Universidade de Utrecht e apresentou conferências nos EUA, Inglaterra, França, Itália, Grécia, Brasil, Venezuela, Noruega, Alemanha, Suíça, Polónia, Holanda, Dinamarca, Espanha.
Publicou artigos em revistas internacionais de referência em economia e física teórica e é um dos economistas portugueses com mais livros e artigos publicados (traduções em inglês, francês, alemão, italiano, russo, turco, espanhol, japonês).
Em 2005, foi convidado pelo Banco Mundial para participar com quatro outros economistas, incluindo um Prémio Nobel, numa conferência científica em Pequim, foi desconvidado por pressão directa do governo chinês alegando razões políticas.
Terminou em Agosto um livro sobre ‘The Years of High Econometrics’ que será publicado brevemente nos EUA e em Inglaterra.
Obras publicadas:
Ensaios políticos
Ensaio para uma Revolução (1984, Edição CM)
Herança Tricolor (1989, Edição Cotovia)
A Maldição de Midas – A Cultura do Capitalismo Tardio (1994, Edição Cotovia)
A Guerra Infinita, com Jorge Costa (Edições Afrontamento, 2003)
A Globalização Armada – As Aventuras de George W. Bush na Babilónia, com Jorge Costa (Edições Afrontamento, 2004)
Ensaio Geral – Passado e Futuro do 25 de Abril, co-editor com Fernando Rosas (Edições D. Quixote, 2004)
Livros de Economia
Turbulence in Economics (edição Edward Elgar, Inglaterra e EUA, 1997), traduzido como Turbulência na Economia (edição Afrontamento, 1997)
The Foundations of Long Wave Theory, com Jan Reinjders, da Universidade de Utrecht (edição Elgar, 1999), dois volumes
Perspectives on Complexity in Economics, editor, 1999 (Lisboa: UECE-ISEG)
Is Economics an Evolutionary Science? Com Mark Perlman, Universidade de Pittsburgh (edição Elgar, 2000)
Coisas da Mecânica Misteriosa (Afrontamento, 1999)
Introdução à Macroeconomia, com João Ferreira do Amaral, G. Caetano, S. Santos, Mº C. Ferreira, E. Fontainha (Escolar Editora, 2002)
As Time Goes By, com Chris Freeman (2001 e 2002, Oxford University Press, Inglaterra e EUA); já traduzido para português (Ciclos e Crises no Capitalismo Global – Das revoluções industriais à revolução da informação, edições Afrontamento, 2004) e chinês (Edições Universitárias de Pequim, 2005)


* Fonte Wikipédia


Sobre sócrates, sabe-se que é engenheiro civil tirado na Universidade Independente, ainda sob suspeita de ilegalidades. Que assinava como Engenheiro quando era Engenheiro-Técnico. Que elaborou ou pelo menos assinou uns projectos de habitação caricatos. Que a sua actividade política se deu com o 25 de Abril na JSD/PSD e depois no PS como deputado e como governante. Do seu curriculum sabe-se ainda (embora ele o desconhecesse) que teve uma incursão fugaz como empresário-sócio de uma empresa de venda de combustíveis.
Quanto a curriculuns estamos conversados!
——————–
Quanto à idade deve ter diferença de meses…
——————–
Comparar o currículo de Sócrates a Louçã, é o mesmo que dizer que o vinho a martelo é superior a uma Cartuxa Reserva 2002 Tinto.

Wikipédia

Currículo de Louçã              -     Currículo de José Sócrates

   Email : toda.verdade@gmail.com        

   http://www.youtube.com/TodaVerdade

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Americanos vs Portugueses

Frase do dia… do ano…do século !!!!!

Dizem os americanos :

‘We have George Bush, Stevie Wonder, Bob Hope, and Johnny Cash.’

Respondem os portugueses:


‘We have José Socrates,  No Wonder,  No Hope, and  No Cash.
 


Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas…’

Guerra Junqueiro escrito em 1886

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liderança e solidariedade


LEIAM O TEXTO ABAIXO ANTES DE VER O VÍDEO

A menina, de 13 anos, ganhou um prémio e foi cantar o Star Spangled Banner, hino dos EUA, no jogo da NBA.

Vinte mil pessoas no estádio, ela afinada e compenetrada. De repente o braço tremeu, ela engasgou-se e esqueceu-se da letra… DEU-LHE UMA
BRANCA!!!

Treze anos. Sozinha, ali no meio…

O PÚBLICO ESTUPEFACTO ameaça uma VAIA…

Num repente, Mo Cheeks, técnico dos Portland Trail Blazers, aparece ao seu lado e começa a cantar, incentivando-a, e trazendo o público junto.

Bonita CENA e – o que é mais incrível – Só o técnico tomou a iniciativa de ir até lá para ajudar, enquanto os demais à volta dela só observavam estupefactos…

Mostra como uma atitude de liderança e solidariedade, NA HORA CERTA, pode fazer uma grande diferença, para ajudarmos um ser humano e mudar
a história do JOGO da vida.

Será que isso já não aconteceu em nossas vidas?

E a nossa atitude, foi a do técnico Mo Cheeks, ou da de todos que estavam ao redor, comum e de negativismo?

HÁ GENTE QUE ESTÁ NO MUNDO PARA AJUDAR…

OUTROS ESTÃO PARA VAIAR.

PENSE NISSO.

AGORA VEJA AQUI O FILME…



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Défice externo

Miguel Frasquilho

 

A corrida aos resgates de PPR

 

 

Numa altura em que, embora timidamente, o ministro das Finanças começa a admitir (e já não era sem tempo…) que a crise dos mercados financeiros e de crédito não pode deixar de afectar negativamente a economia portuguesa, creio que a real dimensão da situação em Portugal é dada pelo movimento registado nos últimos meses no que toca aos Planos Poupança Reforma (PPR), que transmite um quadro arrepiante.

 

Ora, não creio que todos estes portugueses que levantaram as poupanças que tinham investidas em PPR o tenham feito simplesmente porque, de repente, tomaram consciência da existência de outros produtos financeiros mais atractivos – e quiseram, por isso, aplicar neles as suas economias – ou que tenham apenas querido diminuir o risco subjacente aos PPR (que são fundos de investimento compostos, entre outros produtos financeiros, por acções e obrigações) e transformá-los, por exemplo, em depósitos a prazo. Não. Infelizmente, o que me parece mais plausível é crer que estes resgates estão a ter lugar para obter liquidez e, assim, pagar dívidas: casa, carro, viagens, outros bens de consumo?

 

Não julgo que o resgate dos PPR tenha sido a primeira opção das famílias para enfrentarem esta situação. Antes de os liquidarem, já certamente foram renegociadas dívidas, os spreads foram diminuídos e os prazos de pagamento estendidos o mais possível. Subsídios de férias (e mesmo de Natal) deste ano terão já sido antecipados em alguns casos. Até o sacrifício de bens essenciais é uma realidade, como foi recentemente conhecido: devido ao facto de os portugueses terem ganho hábitos de vida que não podem pagar, começaram a poupar na alimentação para gastar em viagens, por exemplo? Logo, só uma situação de desespero explica o avanço para os PPR e o comprometimento da própria reforma, antes de chegar ao último passo: a venda dos últimos activos como o carro e/ou a casa.

 

Neste enquadramento, creio que uma descida das taxas de juro seria encarada como uma bênção pelos portugueses; no entanto, com a inflação europeia em alta, não é de supor que este cenário se venha a materializar proximamente.

 

Quando todos os anos temos de ir buscar ao estrangeiro cerca de 9% do PIB para financiar o que gastamos, não deixa de ser extraordinário que muitas vozes responsáveis, por exemplo no Governo (ministro das Finanças) ou no Banco de Portugal (Governador), mantenham a ideia de que tal não é preocupante. Porque é mesmo: numa união económica e monetária, um forte endividamento externo anual prolongado acaba sempre por originar, com algum hiato temporal, um alargado empobrecimento relativo, com o financiamento da actividade a tornar-se mais restritivo, e o crescimento económico e o desemprego a aumentar. Isto é, ao contrário do que anteriormente sucedia, as consequências não são sentidas rapidamente quer nas variáveis financeiras (taxas de juro, moeda), quer reais – são sentidas total e desfasadamente do lado real (crescimento, desemprego). O que, claro, acaba por se reflectir em problemas de liquidez e solvabilidade que vão piorando com o passar do tempo. Até? até, por exemplo, ter sido conhecido o disparo do número de resgates de PPR ocorrido no primeiro trimestre deste ano.

 

Em minha opinião, dificilmente um indicador podia anunciar nuvens mais negras… pelo que não posso deixar de questionar: será que nem assim se reconhece para onde caminhamos?!… Que a crise é real – e, provavelmente, bem mais profunda do que até agora tem sido antecipado?!… Que ela tem as suas raízes no défice externo que todos os anos registamos, que reflecte o nosso endividamento?!… E que este é não só o verdadeiro défice da nossa economia como é muito, mas mesmo muito preocupante?!…

 

 

                                                                                                                                                             http://todaverdade.blog.com

 

 

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Interesting comparison.!!!!!!

 

 

IS OIL REALLY EXPENSIVE?

 

PRODUCT *
US$/Barrel *
Crude Oil (Brent) 106.68
Coca Cola 126.45
Milk 163.38
Snapple 237.72
Perrier Natural Mineral Water 300.61
Tropicana Orange Juice 307.44
Budweiser Beer 447.25
Scope Mouthwash 682.34
Starbucks Venti Latte 954.24
Ben & Jerry’s Chunky Ice Cream 1,609.44
Pinot Grigio Wine 2,117.75
Bertoli Olive Oil 2,370.71
Jack Daniels Old No. 7 Whiskey 4,237.63
Tabasco Pepper Sauce 6,155.52
Visine A.C. Eye Drops 39,728.64
FLONASE Nasal Spray 902,304.00
Chanel No.5 Parfume 1,666,560.00

 

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A Crise………………………..


Sócrates pode não ter dinheiro para financiar o novo aeroporto e a nova ponte…….


O País discute afanosamente a terceira travessia do Tejo. Exactamente, como discutiu a localização do novo aeroporto de Lisboa, em Alcochete. Mas , tudo pode não passar do papel e, em 2009, quando se lançarem os concursos, pode não haver condições financeiras, nem para o novo aeroporto, nem mesmo para o TGV, que poderão ficar na gaveta mais dez anos.


É que a crise do subprime, esta semana, já atingiu as hipotecas classificadas com “AAA” e a falência iminente dos maiores private equity do mundo, entre os quais a Carlyle, demonstra que ninguém sabe até onde isto vai ter.


Depois do colapso dos private equity, os preços das empresas e dos activos de um modo geral vão cair, e temos ainda que admitir que o project finance, onde os bancos ganharam tanto dinheiro, pode ter dado o que tinha a dar.


Esta semana soubemos que a Brisa pode não ter condições para ir ao mercado financeiro buscar dinheiro para as novas auto-estradas. Mas há que ter noção que não estão em causa apenas os projectos novos. O próprio refinanciamento de projectos financeiros anteriores pode estar em causa.


Se com a crise os portugueses não forem de férias, é evidente que a auto-estrada do sul não se paga, como, aliás, já acontece com a ligação a Espanha. Como estão as auto-estradas da Mota e Companhia? Mesmo a Lusoponte – que toda a gente agora cobiça – está com 28% a menos de tráfego na Vasco da Gama. E, se estas empresas não pagarem?


Vamos ter problemas gravíssimos na banca e a solução tem que começar a ser ponderada já, para que não exista desespero nem soluções “ad hoc”, tipo nacionalizações, como parece estar em moda no Reino Unido.


Não estamos em altura de limpar armas. Estamos na guerra e temos todos que ponderar soluções e meter no saco a viola das vinganças, das desforras ou dos excessos. A começar no nosso sistema financeiro…

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Prescrições…!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

A DGI deixou prescrever, em 2007, dívidas fiscais no valor de 764 milhões de euros.

            Este tão elevado montante representa um acréscimo de 230% face a 2005.

            O Ministério das Finanças apressou-se a explicar que este facto não resulta da ineficiência da máquina fiscal. Trata-se apenas de uma necessária operação de “limpeza” para que os serviços passem a funcionar melhor…

Quem ficou convencido com tal explicação?

Estranho é que se esteja a publicar a lista dos que têm dívidas em mora ao Estado e ao mesmo tempo se oculte os nomes dos que definitivamente ferraram o calote ao Estado. Por que merecem estes maior consideração da Administração Fiscal? Será pelo valor das dívidas prescritas?

Em nome da transparência e da justiça tributárias devemos exigir a publicação das dívidas ao Estado prescritas nos últimos cinco anos para ficarmos a saber os nomes dos verdadeiros caloteiros.

Ou seja:


a)      a administração fiscal sabe o nome dos contribuintes que viram as suas dívidas prescritas e entende que não é necessário divulgá-los, certamente porque se trata de grandes amigalhaços do sistema fiscal.


b)      a administração fiscal é provavelmente a área do poder mais arrogante ( neste caso e outros  ) e é urgente que o cidadão contribuinte comece a questionar tal comportamento.

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Têxteis Vestuário

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SEM COMENTÁRIOS…!!!!!!

2008-03-07

Região de Lisboa tem défice comercial externo anual de 11% do PIB Português

Números da economia da região de Lisboa e Vale do Tejo (INE, 2005):

  • PIB regional: 38% do Pib Portugês (pag. 130)
  • Importações: 20.941M€ (pag. 161)
  • Exportações: 6.499M€ (pag. 161)
  • Taxa de cobertura da Balança Comercial (BC): 31% (défice de 69%) (pag. 160)
  • Saldo da BC Lisboa sobre o PIB regional: -29% do PIB regional (PIB – pag. 132)
  • Saldo da BC Lisboa sobre o PIB nacional: -11,1% do PIB nacional (PIB – pag. 132)
  • Saldo da BC portuguesa: -13,8% do PIB (saldo – pag. 163; PIB – pág. 132)
  • Peso da região de Lisboa no défice comercial português: 81% do total do défice
  • Saldo da BC portuguesa, exceptuando Lisboa: -2,7% do PIB nacional.

Em resumo, a região de Lisboa representa sozinha a 4/5 do défice comercial externo (sem Lisboa, Portugal era excedentário). Cerca de 29% do PIB de Lisboa sai todos os anos do país. Se fosse independente, Lisboa seria o país com o maior défice externo do mundo (aliás, Portugal tem o 3º maior défice externo do mundo)…

Refira-se ainda que as exportações da região de Lisboa são maioritariamente explicadas pela Galp e à Autoeuropa. Uma é protegida pelo Estado, a outra subsidiada…


Como sobrevive esta região? Se fosse um país, teria de desvalorizar a moeda (equivalente a reduzir os salários) em 20%-25%. Mas existe uma alternativa: Lisboa paga o seu défice externo com os impostos cobrados às outras regiões…


Nota: As regiões do Norte e Centro são as únicas com balança comercial equilibrada.

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Um mal-estar difuso

wehavekaosinthegarden

Ontem o grupo de reflexão “Sedes” publicou
um documento bastante interessante.
Sente-se hoje

na sociedade portuguesa um mal-estar difuso, que alastra e mina a confiança essencial à coesão

nacional
”. Neste diagnóstico do estado, a justiça, a corrupção, a desonestidade e a partidarização,

quer do público como do privado, são mostrados como os grandes responsáveis pelo estado das

coisas. Depois de ler todo o documento não pude deixar de reconhecer que, quer os sintomas

quer as causas, são coincidentes com a estratégia, há muito preconizada pelo
Clube de Bilderberg.
Se olharmos para os objectivos e o tipo de sociedade escravizante e repressiva que defendem não
podemos deixar de ficar preocupados com o caminho que seguimos.


Questionado sobre o conteúdo deste documento, Cavaco Silva deu a seguinte receita:
Convido

os portugueses a trabalhar para vencer as dificuldades
”.

Se é esta a solução que tem para nos dar para os problemas levantados no documento da

“Sedes”,
agradeço ao Sr. Silva o conselho, mas trabalhar já é aquilo que a maioria dos

portugueses fazem, sem verem isso representar uma melhoria nas suas condições de vida nem


uma maior esperança no futuro. Esta só pode existir se tivermos a coragem de corremos com os

“vendilhões do templo” e assumirmos o futuro nas nossas mãos.

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Factura EDP-ATENÇÃO


Já toda a gente reparou na factura da EDP? Contribuição Audiovisual pelo valor de 3.42 Euros?????


E porque temos nós portuguesinhos de pagar isto?????


Eu não pedi nada de Audiovisual. Estou a pagar porquê e para quem?

E para onde vai esse dinheiro?????

São vários Milhões de Euros…!!!!!

Aonde
anda esse dinheiro?????

Eu quero saber…… E se me disserem que é para a RTP eu exijo a devolução do dinheiro.

Vamos a reencaminhar andamos a ser comidos por parvos e ninguém faz nada…

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Obrigado Pelos 3% Défice

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O alerta do general……..!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

O alerta do general…..


Paquete de Oliveira, Sociólogo e professor do ISCTE

Na última edição do semanário “Expresso”, o general Garcia Leandro, actual responsável pelo Observatório de Segurança, escreve um artigo que não merece ser apenas catalogado na simples expressão de mais um texto de opinião. É uma advertência séria e como tal deve ser tomada na devida conta.


Depois de várias alusões a acontecimentos últimos, que na vida do país, e em especial com referência à actividade económica e política, se têm transformado em “escândalos nacionais” que “envergonham a democracia”, adverte o dirigente do Observatório de Segurança que “a explosão social está a chegar”. E afirma categoricamente “Vão ocorrer movimentos de cidadãos que já não podem aguentar mais o que se passa”. E confessa que ele próprio “já foi convidado para encabeçar um movimento de indignação contra este estado de coisas, mas tem resistido”.


De facto, as notícias que vamos tendo sobre o que se passa no país não são nada apelativas para que se espere com calma e confiança uma próxima saída desta situação de aperto económico e crise política e social e se veja a sociedade portuguesa retomar uma nova onda de alguma prosperidade. Desde os altos negócios da banca, com refúgio em paradisíacos centros de “capitais brancos”, aos pouco transparentes negócios do Estado em relação à compra de submarinos e helicópteros, todos os dias estalam denúncias na praça pública causando descrédito e indignação. As acusações sucessivas sobre os casos de corrupção e o “fechar de olhos” aos actos dos poderosos “colarinhos brancos” feitas pelo novo bastonário da Ordem dos Advogados, António Marinho e Pinto, têm tido na opinião pública um efeito devastador. A contra-acusação de que Marinho e Pinto, como advogado, e agora sobretudo como bastonário do grupo de profissionais com mais poder no país, deveria passar da denúncia à prova, porventura jurídica e politicamente correcta, não esbate o efeito social de ondas de revolta despertas pelo sentimento popular de que, afinal, há filhos e enteados neste capítulo. A lei é igual para todos, a justiça não.


Vive-se um clima de suspeição geral sobre algumas das instituições basilares do Estado. E custa a compreender que, muitas vezes, sejam os próprios responsáveis de altas instâncias públicas, nos seus comunicados ou entrevistas, venham contribuir para a desconfiança que grassa. Se o caso da desaparecida pequenina Maddie já há muito requeria junto da opinião pública explicações, o deslize do director da Judiciária, ao confessar que houve alguma precipitação em constituir os pais da menina arguidos, não se redime pela consideração que se tratou de uma singela sinceridade de um homem sério. Estamos num campo que não vale a sinceridade. Vale apenas a verdade dos factos. E sobre o desaparecimento de Maddie, é quase a PJ que anda a ser indiciada em autêntica arguida. Sobretudo por terras de Sua Majestade. Torna-se imprescindível que quem de direito defenda, quanto antes, a validade das investigações que são realizadas por uma polícia bem cotada junto da população portuguesa e além do mais indispensável na defesa e luta contra o crime.·

Voltando ao artigo de Garcia Leandro, o general é de opinião de que os actuais sintomas da sociedade portuguesa, com “crescentes focos de indignação e revolta”, “são iguais aos que aconteceram no final da Monarquia e da I República”. E aconselha “Será bom que os responsáveis não olhem para o lado, já que, quando as grandes explosões sociais acontecem, ninguém sabe como acabam”.


Não podemos esquecer a coincidência destas advertências do director do Observatório de Segurança com os tristes acontecimentos da morte dos jovens em Rio de Mouro, em Sintra.


Não se pode dizer que o general Garcia Leandro seja um alarmista. Quando não se sabe bem o que fazer, como actuar, há a tendência fácil de considerar alertas deste tipo como alarmistas. Prefere-se o epíteto à realidade dos factos.

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What Time..!!!!!!!!!!!!!!!!!

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Abstracções : microexemplos do real versus ASAE

Abstracções : microexemplos do real versus ASAE

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“AS VIRGENS NUM BORDEL ”.

Segunda-feira, Outubro 08, 2007


Mais um tacho/contrato bem feito

Por causa de um inenarrável contrato assinado em 1994, a Lusoponte tem o exclusivo rodoviário na travessia do Tejo a jusante da ponte de Vila Franca de Xira.

Quem negociou tão original contrato?

O ministro das Obras Públicas, Engº. Joaquim Martins Ferreira do Amaral.

E por causa desta exclusividade, a Lusoponte poderá vir a receber uma compensação por causa da construção da terceira ponte sobre o Tejo .

Quem é que está contente?

O presidente do Conselho de Administração da Lusoponte, Engº. Joaquim Martins Ferreira do Amaral.
 
VIVA PORTUGAL !!!! 
 
A REPUBLICA DAS BANANAS —  ESTAMOS Fo…………………..

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O BASTONÁRIO DA ORDEM DOS ADVOGADOS!!!!!!


Marinho Pinho, bastonário

O BASTONÁRIO DA ORDEM DOS ADVOGADOS
E AS VIRGENS NUM BORDEL

Marinho Pinho, bastonário da Ordem dos Advogados diz que “há crimes sem castigo na hierarquia do Estado” e defende uma “investigação político-parlamentar às fortunas de alguns políticos”.


As afirmações do bastonário à Antena 1 caíram quem nem uma bomba na classe política. Logo alguns deputados levantaram a voz contra tais afirmações, tendo Marinho Pinto respondido que “mais parece virgens num bordel”.

Para o bastonário estão em causa “situações que toda a gente vê”, dando como exemplo os casos de “membros do Governo que fazem negócios com empresas privadas e depois quando saem vão para administradores dessas empresas”.

( LusoPonte… etc…etc…etc…)


“Esbanja-se milhões de euros em pagamentos de serviços cuja utilidade é duvidosa e depois não há dinheiro para necessidades básicas”, acrescentou.


E, para concluir, Marinho Pinho não se coibiu em acrescentar que “há uma criminalidade em Portugal, da mais nociva para o Estado e para a sociedade, que anda aí impunemente. Muitos exibem os benefícios e os lucros dessa criminalidade e não há formas de lhes tocar. Alguns até ocupam cargos relevantes no Estado Português.”

As afirmações deste advogado de Coimbra, e agora Bastonário da Ordem, não são novidade nenhuma para ninguém. Isto quer nas suas intervenções enquanto comentador num canal televisivo quer quando se candidatou ao lugar que agora ocupa.


Não percebo (?) o alarido todo por parte de alguns políticos muito especialmente do CDS/PP. Será porque existem casos como o do Portucale, a suspeição sobre os negócios dos submarinos ou o da Moderna?

E os recibinhos verdes para justificar a entrada de um milhão nos cofres do partido onde – ironia das ironias – foi detectado um “benemérito” com o nome de Jacinto Leite Capelo Rego?

Claro! Eu compreendo. Enquanto as afirmações de Marinho Pinho como simples advogado conimbricense, ou mais um entre muitos comentadores televisivos, não causava mossa nenhuma, agora como Bastonário o caso muda de figura.


Mas, só uma questão:


- Marinho Pinho disse alguma coisa que alguém neste País não o soubesse?


O que ele afirmou é novidade para quem?


O que ele conseguiu foi mexer na trampa. Mas que, agora, isto já começou a cheirar mal, isso já.


Só espero que não arranjem nenhum desodorizante ou que deixem o tempo secar a porcaria para não voltar a cheirar mal.


Quando se mexe na vidinha dos políticos deste sistema do “politicamente correcto” cai o “Carmo e a Trindade”.


Se calhar é mentira o que acabo de escrever?


M. A.

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Sobre a ” Letargia ”

Sobre a ” Letargia ”

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Statistics Textiles and Clothing – Souurce : Euratex e Eurostat…!!!!

Statistics Textiles and Clothing – Souurce : Euratex e Eurostat…!!!!

Statistics

*

EU-25 structural data

*

EU-25 external trade

*

Top 10 EU-25 suppliers in textiles

*

Top 10 EU-25 markets in textiles

*

Top 10 EU-25 suppliers in clothing

*

Top 10 EU-25 markets in clothing


Top

EU-25 structural data

 

2005

% growth 2004/2005

 

 Total employment

2.218.729

-6,9

 Total number of firms

154.866

-6,1

 Turnover (billions euros)

198,0

-4,8

 Investment (billions euros)

5,1

-3,3

Source : EURATEX (estimates with Man-made Fibres and small companies)

 


Top

EU-25 external trade

 

  mio euros % growth
2001/2004
2002 2003 2004 2005

Textiles

 

Imports

17.660

16.902

17.531

17.908

1,4

Exports

21.434

20.566

21.351

21.080

-1,7

Balance

3.774

3.664

3.820

3.172

 

Clothing

 

Imports

46.532

47.197

49.788

53.531

15,0

Exports

14.801

13.937

14.167

14.717

-0,6

Balance

-31.731

-33.260

-35.621

-38.814

 

Textiles/clothing

 

Imports

64.191

64.099

67.320

71.440

11,3

Exports

36.235

34.503

35.518

35.797

-1,2

Balance

-27.956

-29.596

-31.802

-35.643

 

Source : Eurostat

 

 


Top

Top 10 EU-25 suppliers in textiles

 

Origin

mio euros

% Share
2005

% growth
2002/2005

2002

2003

2004

2005

World

17.660 16.902 17.531 17.908 100,0 1,4

1

China 2.462 2.710 3.182 3.974 22,2 61,4

2

Turkey 2.444 2.532 2.777 2.878 16,1 17,7

3

India 1.850 1.791 1.955 2.011 11,2 8,7

4

Pakistan 1.246 1.278 1.406 1.239 6,9 -0,5

5

Switzerland 1.167 1.092 999 921 5,1 -21,1

6

USA

1.332 1.040 872 883 4,9 -33,7

7

South Korea 1.085 929 830 775 4,3 -28,6

8

Japan 683 564 536 503 2,8 -26,4

9

Taiwan 616 500 427 472 2,6 -23,3

10

Romania 267 325 380 402 2,2 50,4

Source: Eurostat

 

 


Top

Top 10 EU-25 markets in textiles

 

Destination

mio euros

% Share
2005

% growth
2002/2005

2002

2003

2004

2005

World

21.434 20.566 21.351 20.080 100,0 -1,7

1

USA

2.967 2.656 2.719 2.670 12,7 -10,0

2

Romania 1.976 2.122 2.233 2.152 10,2 8,9

3

Turkey 1.556 1.482 1.663 1.496 7,1 -3,9

4

Tunisia 1.561 1.465 1.438 1.320 6,3 -15,5

5

Morocco 1.400 1.331 1.293 1.221 5,8 -12,8

6

Switzerland 1.147 1.085 1.109 1.097 5,2 -4,4

7

Hong Kong 906 880 942 936 4,4 3,4

8

Russia 621 635 699 800 3,8 28,7

9

Bulgaria 615 680 719 710 3,4 15,5

10

China 477 511 539 627 3,0 31,6

Source: Eurostat

 

 


Top

Top 10 EU-25 suppliers in clothing

 

Origin

mio euros

% Share
2005

% growth
2002/2005

2002

2003

2004

2005

World

46.532 47.197 49.788 53.531 100,0 15,0

1

China 9.333 10.219 11.484 16.855 31,5 80,6

2

Turkey 6.925 7.410 7.675 7.993 14,9 15,4

3

Romania 3.757 3.834 3.840 3.602 6,7 -4,1

4

Bangladesh 2.744 3.113 3.719 3.530 6,6 28,6

5

India 2.322 2.380 2.478 3.233 6,0 39,2

6

Tunisia 2.908 2.742 2.602 2.455 4,6 -15,6

7

Morocco 2.612 2.494 2.427 2.252 4,2 -13,8

8

Hong Kong 2.345 2.107 1.962 1.703 3,2 -27,4

9

Indonesia 1.476 1.360 1.336 1.196 2,2 -19,0

10

Bulgaria 897 994 1.074 1.091 2,0 21,6

Source: Eurostat

 

 


Top

Top 10 EU-25 markets in clothing

 

Destination

mio euros

% Share
2005

% growth
2002/2005

2002

2003

2004

2005

World

14.801 13.937 14.167 14.717 100,0 -0,6

1

Switzerland 2.411 2.456 2.462 2.536 17,2 5,2

2

USA 2.425 2.151 2.073 2.026 13,8 -16,4

3

Russia 1.047 1.030 1.291 1.673 11,4 59,8

4

Japan 1.442 1.331 1.248 1.251 8,5 -13,3

5

Norway 721 669 652 679 4,6 -5,9

6

Romania 761 711 742 654 4,5 -14,0

7

Hong Kong 554 487 500 559 3,8 0,9

8

Tunisia 518 448 405 368 2,5 -29,0

9

Bulgaria 312 336 343 309 2,1 -1,0

10

Ukrainia 227 210 251 302 2,1 33,1

Source: Eurostat

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Têxteis Vestuário…!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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Indústria de vestuário exige medidas contra concorrência desleal…!!!!!!!!!!!!!!!


Portugal Têxtil

Numa reunião de emergência que juntou mais de uma centena de empresários do sector, a Anivec/Apiv pediu o cumprimento das regras da UE e da reciprocidade nos domínios social, laboral, ambiental e cambial.

«Somos o escudo de toda uma série de impactos negativos. Na última década, sofremos sucessivamente a concorrência dos então países de Leste, o alargamento da União Europeia e a abertura – sem regras, sem limites e sem reciprocidade – das nossas fronteiras e da UE aos gigantes asiáticos. Não sendo contra o comércio livre, somos pelo cumprimento das regras da UE e da reciprocidade nos domínios social, laboral, ambiental e cambial», sustentou Orlando Lopes da Cunha, presidente da Anivec/Apiv – Associação Nacional das Indústrias de Vestuário e Confecção no encontro Pulsar do sector Têxtil e do Vestuário, promovido de emergência na passada quarta-feira, no Porto.

As iniciativas tomadas no último ano pela associação foram aqui apresentados a mais de uma centena de empresários que acorreu à sede da Anivec/Apiv. Registe-se que foi a primeira vez, em mais de duas décadas, que se juntou tal audiência, «o que demonstra a seriedade da questão», sublinhou Orlando Cunha.

A associação divulgou que fez chegar ao Primeiro-ministro, aos ministros das Finanças, da Economia e do Trabalho, assim como ao Presidente da República e ao Presidente da Assembleia da República, um dossier com «toda a verdade sobre o dramático estado em que se encontra o sector, e com as devidas soluções que têm de ser rapidamente implementadas pelo poder político. De contrário, corre-se o risco de este contribuir para o encerramento do sector».

Orlando Cunha acrescentou ainda que «além destas instâncias superiores, todos os partidos e organismos que intervêm de uma ou de outra forma na nossa economia são e serão responsáveis directos pelo futuro de 120.000 trabalhadores e por perda de 4.000 milhões de euros, que as empresas do sector representam em termos de volume de negócios. A partir do próximo ano – pelo que resta um mês para se tomarem decisões – não será possível assegurar condições de sobrevivência de dezenas e dezenas de empresas de todas as dimensões. Se conseguimos a heroicidade de subsistir nos últimos 25 anos, isso já não será mais possível num mundo globalizado onde não se cumprem as regras e onde tudo funciona de modo selvagem».

Medidas de urgência

Os empresários presentes não pouparam críticas face à situação e inércia dos poderes públicos em resolver estes problemas que lhes têm sido apresentados. «Os responsáveis não somos nós empresários como também não são os trabalhadores do sector, os quais mais do que ninguém têm sofrido na pele as maiores provações. Por isso, temos que dizer: os responsáveis foram e são aqueles que em termos de políticas e legislação não têm em conta a realidade nem sabem o que se passa no terreno, e que tomam decisões internamente e a nível da UE de perfeita subserviência internacional», disse ainda.

É, portanto, neste contexto, que a Anivec/Apiv pede a tomada de medidas excepcionais de curto e médio prazo que permitam a sobrevivência do sector no presente e no futuro. No ramo fiscal, por exemplo, exige, para além da adopção de um vasto conjunto de medidas contido no documento acima referido, que de imediato:

Se suspendam todos os processos de contra-ordenação às empresas a que foram instaurados e que tenham chegado a acordo com os credores públicos, uma vez que grande parte delas não terá capacidade de pagar as pesadíssimas coimas que, por essa via, poderão vir a ser-lhes aplicadas.

Suspensão de processos aos administradores acusados criminalmente por as empresas que gerem não terem pago atempadamente impostos retidos, em época de conturbada crise, e que pela via de um acordo sobre a concessão de prazo alargado pretendem agora regularizar a situação.

Alargamento do número de prestações até às 180, no pagamento das dívidas à Segurança Social, bem como menor exigência na apresentação de garantias reais, quer às empresas que dela disponham, quer às que por essa via venham a ficar com o crédito bancário irremediavelmente afectado e vejam assim postos em risco os recursos financeiros necessários ao seu normal funcionamento e consequentemente à sua recuperação.

Perdão de juros vencidos e vincendos nas dívidas ao Fisco e à Segurança Social, contanto que esteja coberta com garantias reais metade dívida a estes credores públicos.

Um cluster a ter em conta

«Trata-se, portanto, de intervir por uma via proactiva e com resultados garantidos e não de impor regras desajustadas da realidade, que ofendem os industriais e implicam a falência do tecido empresarial que afectará todas as empresas do sector, sejam sãs ou não. Os custos de decisões erradas ou da não tomada de decisões transitórias mas acertadas, serão cobrados pelo País, de uma forma ou de outra», afirmou o presidente da Anivec/Apiv.

O sector assume com honra que é um cluster a ter em conta. Um sector tradicional sim, e de grande implantação, com grande capacidade de inovação e que não vislumbra poder ser substituído por mais nenhum, ouviu-se também naquele evento.

Cedências a lóbis obscuros

Os empresários da confecção exigiram condições para suportar aumentos salariais compatíveis com a competitividade das empresas: Do mesmo modo, as autoridades têm de reagir às algo pardacentas forças da globalização. Por exemplo: o que se tem feito quanto ao conceito de “trabalho digno”? Para os países desenvolvidos é um imperativo ético, mas isso não se dá com os fornecedores que a grande distribuição europeia contrata na Ásia.

Mais, aparece agora o lóbi da importação e distribuição a querer ocultar a origem dos produtos que vende ao público. Quem pretende esconder do público as origens dos produtos comprados a preços miseráveis e vendidos aos mesmos preços de sempre? Como pode a nossa indústria competir com países exóticos e sem preocupações ambientais e sociais?

A Europa continua a produzir legislação como o Reach e reguladora das condições sociais, ambientais e de saúde – o que todos aprovamos, sustenta a associação em comunicado, mas também sublinha que, sob pressões da grande distribuição, nada tem sido imposto para cumprimento dessas mesmas normas à China ou à Índia. «Não é verdade que, segundo um estudo recente da OIT, o crescimento económico chinês e indiano diminui as perspectivas de melhoria económica para os outros países em desenvolvimento, como os países do arco mediterrâneo que nos rodeiam?», questiona a Anivec/Apiv.

De acordo com a associação da indústria do vestuário, o memorando de entendimento com a China não foi prorrogado e este facto só pode ser interpretado como mais uma cedência ao lóbi da importação e das grandes cadeias de distribuição. A performance positiva da indústria têxtil e do vestuário (ITV) no ano que decorre deveu-se, segundo a mesma, à aplicação do memorando. «Lembramos que os EUA prorrogam o seu próprio acordo com a China, desde logo mais favorável e estenderam-no a ainda mais categorias pautais. Todo o esforço de exportação da China incidirá agora sobre a Europa, Mas esta questão não é específica do ITV, é geral e a seu tempo poderemos ver colapsar as industrias transformadoras típicas da Europa do Sul», conclui em comunicado.

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Estado de confusão…!!!!!!!!!!!!!!!!!

Estado de confusão

Os governos continuam a pretender manifestar o seu poder no mundo empresarial das mais variadas formas.

António Carrapatoso

O Estado ainda participa em demasiadas empresas, possui demasiadas ‘golden shares’ e mantém demasiadas relações directas de co-accionista com os privados.


Ao fazê-lo, o Estado desfocaliza-se das suas atribuições essenciais, coloca-se em situação de provável conflito de interesses e troca de favores, promove uma maior promiscuidade político-económica e inibe e desaproveita as capacidades e iniciativas dos cidadãos e suas organizações.


Para além disso prejudica a sua condição de árbitro, regulador e fiscalizador e não garante a existência de regras de jogo claras e transparentes e uma verdadeira igualdade de oportunidades para todos.


Os governos continuam a pretender, enquanto órgãos de soberania e gestores do Estado, manifestar o seu poder no mundo empresarial das mais variadas formas.


Nas empresas participadas significativamente controladas pelo Estado utilizam frequentemente critérios discutíveis na selecção dos gestores, exercem uma governação pouco profissional e pouco orientada por objectivos de médio e longo prazo, dão orientações permanentes e pontuais, muitas vezes erráticas e sujeitas aos interesses políticos do momento.

Mas a tradicional intervenção dos governos em Portugal vai para além disso.


Mesmo nas empresas em que a participação do Estado é relativamente diminuta, e que muitas vezes já se encontram cotadas em bolsa, os governos procuram manter uma influência forte, esperando ter uma palavra determinante na nomeação de gestores e em todas as decisões que considerem poder representar um risco ou uma oportunidade política a aproveitar.


Seja ou não por solicitação dos próprios privados, que muitas vezes dos governos e do Estado dependem, chegam mesmo a promover a construção de novas estruturas ou soluções empresariais em matérias e em áreas essencialmente privadas, visando a obtenção de um determinado resultado que, por uma razão ou outra, consideram o mais conveniente.


Neste enquadramento não fica muitas vezes claro onde começa e acaba a defesa do interesse público relativamente aos vários interesses individuais em jogo.


Em geral todos os portugueses são prejudicados por este estado de coisas que afectam a imagem de idoneidade do Estado e dos governantes, que dão os incentivos errados aos agentes económicos, que facilitam conluios e favorecimentos, que mantêm na área política e empresarial interesses corporativos geradores de injustiças e ineficiências e contrários ao verdadeiro interesse público.


Os poderes e agentes económicos privados mais competentes acabam também por ser prejudicados por esta situação, sejam eles grupos de grande dimensão já estabelecidos (que aparentemente só no curto prazo poderão retirar benefícios num ou noutro caso concreto), sejam novos empresários à procura de se estabelecerem e de consolidarem os seus emergentes negócios.


Os mais competentes, dinâmicos e inovadores preferirão sempre, relativamente à situação actual, regras de jogo claras e transparentes e mercados abertos e bem regulados. Pretendem ver o seu tempo e recursos concentrados menos no ‘lobby’ e mais nas suas actividades empresariais e não querem nestas matérias ficar sujeitos aos humores ou às conveniências dos políticos ou ser ultrapassados por outros menos competentes mas eventualmente mais disponíveis para outros compromissos.


Factos mais recentes envolvendo empresas financeiras e não financeiras, algumas participadas pelo Estado, vêm mais uma vez evidenciar que nesta área ainda temos muito que evoluir.


O país precisa de um projecto político que também aqui tenha propostas diferentes das práticas tradicionais.


Um projecto político que aposte num Estado muito mais forte e independente, inclusive dos poderes económicos, e assente numa Administração Pública profissional e prestigiada. Focado nos seus atributos essenciais relacionados com o exercício da soberania, com o desenvolvimento dos cidadãos (assegurando que estes dispõem dos incentivos certos), com a promoção de serviços públicos essenciais com eficiência e qualidade, com o estabelecimento e administração de regras de jogo claras na sociedade e nos mercados e com a consolidação de uma maior coesão social.


Um projecto político que, por princípio, considere não ser atributo essencial do Estado o exercício directo de actividades empresariais (libertando-as para a sociedade civil), preferindo antes manter uma forte capacidade de regulação e fiscalização e cujos governos e respectivos membros evitem nestas matérias envolvimentos, conflitos de interesses, influências ou qualquer outra indesejável procura de controlo.

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Vida difícil.!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Vida difícil

Se, por um lado a verdade se tornou quase impossível de apurar, a mentira institucionalizou-se e passou a ser aceite como coisa natural.

António Neto da Silva

Começa a ser muito difícil e arriscado escrever em Portugal. A confusão social atinge níveis pouco propícios à preparação do país para os desafios mundiais que tem que enfrentar. O conhecimento da verdade subjacente aos factos que vão sendo noticiados é cada vez mais difícil de apurar. Quem conhece a verdade não a diz e quem diz não conhece a verdade. Quem se atreve a levantar questões pertinentes é trucidado sem saber mesmo quem o trucida. A difamação, as cartas anónimas que acabam assumidas como verdade, a condenação de homens públicos antes de qualquer julgamento, atingem proporções só conhecidas em épocas de extremismos. Os ‘lobbies’ que se degladiam, obscuros e omnipresentes, não poupam quem se oponha às suas intenções, aos seus desígnios. As mais respeitadas instituições são manipuladas. Neste enquadramento, como pode alguém escrever sem se expor abertamente a transformar-se num alvo a “abater”? Quem pode escrever com a certeza de que o que diz corresponde à verdade? Quem pode escrever sem ter a amarga sensação de que o que escreve não vai influenciar em nada a melhoria da situação moral e económica do país, mas que terá um custo pessoal certo.
 

Se, por um lado a verdade se tornou quase impossível de apurar, a mentira institucionalizou-se e passou a ser aceite como coisa natural. Coisa tão natural que mesmo os responsáveis em altos cargos não sofrem qualquer penalização, nem mesmo da opinião pública, quando pronunciam afirmações que, objectivamente, não correspondem à verdade.


Compreende-se, assim, que o Presidente da República se tenha tornado numa referência muito especial da Nação. Não só porque é o mais alto magistrado da Nação e o garante da coesão nacional mas porque, no desempenho repetido de altos cargos públicos, revelou uma exemplaridade de comportamento e uma coerência entre o afirmado e os factos verificados que levam, com razão, os portugueses a confiarem no que diz e a escutarem-no com acrescida sofreguidão nesta época de inverdades e de incerteza.


O Presidente da República, por isso, pesa tudo quanto diz, com detenimento. Como o fez na sua mensagem de Ano Novo. Chamou a atenção para muitos problemas que o país tem para enfrentar e resolver. E tocou num ponto muito sensível, que colheu as prioridades dos jornalistas e dos políticos que, todos os dias desde então, o noticiam, comentam, voltam a noticiar e a comentar.


Trata-se da afirmação de que os membros de administrações (direcções) de empresas auferem ordenados muito desproporcionados relativamente aos salários recebidos pelos trabalhadores menos qualificados. Eu creio saber a que empresa(s) o Senhor Presidente se referia. Particularmente a uma, bem no centro das atenções nacionais. E, reflectindo sobre como o Presidente da República poderia ter chamado a atenção para aquele caso, sem correr o risco de o dizer como disse, chego à conclusão de que, infelizmente, não havia outra forma de o dizer. Disse-o, sem o poder dizer de outra forma, mas correndo um risco inevitável, risco esse que os media estão a alimentar.


De facto, neste inelutável processo de globalização com que os países se defrontam, a luta de classes baseada no princípio marxista do trabalho contra o capital, que entretanto se esbateu, se reavivada, recriará conflitos incompatíveis com a realidade corrente. Hoje, nas empresas, estão todos no mesmo barco. Se se afundam, afundam-se os empresários, os gestores e os trabalhadores de qualquer nível de qualificação, que dificilmente encontram, na Europa, outros empregos. Se as empresas se levantam, progridem, é saudável e factor de progresso adicional que todos participem no sucesso. Isto é, que no estímulo remuneratório participem todos os que participaram na criação da riqueza e não apenas alguns. Creio que era para este último facto que o PR queria chamar a atenção. Mas o alarido que tem sido feito sobre as suas afirmações, a continuar, vai despertar uma antiga e perigosa conflitualidade entre “classes” dentro das empresas, que se pode generalizar e pôr em perigo a coesão entre todos, empresários, gestores e outros trabalhadores, factor fundamental para se vencer numa economia globalizada.

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Da Opus Dei à maçonaria: a incrível história do BCP

Miguel Sousa Tavares  -  Sábado, 29 de Dez de 2007

Em países onde o capitalismo, as leis da concorrência e a seriedade do negócio bancário são levados a sério, a inacreditável história do BCP já teria levado a prisões e a um escândalo público de todo o tamanho. Em Portugal, como tudo vai acabar sem responsáveis e sem responsabilidades, convém recordar os principais momentos deste “case study”, para que ao menos a falta de vergonha não passe impune.

1 Até ao 25 de Abril, o negócio bancário em Portugal obedecia a regras simples: cada grande família, intimamente ligada ao regime, tinha o seu banco. Os bancos tinham um só dono ou uma só família como dono e sustentavam os demais negócios do respectivo grupo. Com o 25 de Abril e a nacionalização sumária de toda a banca, entrámos num período ‘revolucionário’ em que “a banca ao serviço do povo” se traduzia, aos olhos do povo, por uns camaradas mal vestidos e mal encarados que nos atendiam aos balcões como se nos estivessem a fazer um grande favor. Jardim Gonçalves veio revolucionar isso, com a criação do BCP e, mais tarde, da Nova Rede, onde as pessoas passaram a ser tratadas como clientes e recebidas por profissionais do ofício. Mas, mais: ele conseguiu criar um banco através de um MBO informal que, na prática, assentava na ideia de valorizar a competência sobre o capital. O BCP reuniu uma série de accionistas fundadores, mas quem de facto mandava eram os administradores – que não tinham capital, mas tinham “know-how”. Todos os fundadores aceitaram o contrato proposto pelo “engenheiro” – à excepção de Américo Amorim, que tratou de sair, com grandes lucros, assim que achou que os gestores não respeitavam o estatuto a que se achava com direito (e dinheiro).

2 Com essa imagem, aliás merecida, de profissionalismo e competência, o BCP foi crescendo, crescendo, até se tornar o maior banco privado português, apenas atrás do único banco público, a Caixa Geral de Depósitos. E, de cada vez que crescia, era necessário um aumento de capital. E, em cada aumento de capital, era necessário evitar que algum accionista individual ganhasse tanta dimensão que pudesse passar a interferir na gestão do banco. Para tal, o BCP começou a fazer coisas pouco recomendáveis: aos pequenos depositantes, que lhe tinham confiado as suas poupanças para gestão, o BCP tratava de lhes comprar, sem os consultar, acções do próprio banco nos aumentos de capital, deixando-os depois desamparados perante as perdas em bolsa; aos grandes depositantes e amigos dos gestores, abria-lhes créditos de milhões em “off-shores” para comprarem acções do banco, cobrindo-lhes, em caso de necessidade, os prejuízos do investimento. Desta forma exemplar, o banco financiou o seu crescimento com o pêlo do próprio cão – aliás, com o dinheiro dos depositantes – e subtraiu ao Estado uma fortuna em lucros não declarados para impostos. Ano após ano, também o próprio BCP declarava lucros astronómicos, pelos quais pagava menos de impostos do que os porteiros do banco pagavam de IRS em percentagem. E, enquanto isso, aqueles que lhe tinham confiado as suas pequenas ou médias poupanças viam-nas sistematicamente estagnadas ou até diminuídas e, de seis em seis meses, recebiam uma carta-circular do engenheiro a explicar que os mercados estavam muito mal.

3 Depois, e seguindo a velha profecia marxista, o BCP quis crescer ainda mais e engolir o BPI. Não conseguiu, mas, no processo, o engenheiro trucidou o sucessor que ele próprio havia escolhido, mostrando que a tímida “renovação” anunciada não passava de uma farsa. E descobriu-se ainda uma outra coisa extraordinária e que se diria impossível: que o BCP e o BPI tinham participações cruzadas, ao ponto de hoje o BPI deter 8% do capital do BCP e, como maior accionista individual, ter-se tornado determinante no processo de escolha da nova administração… do concorrente! Como se fosse a coisa mais natural do mundo, o presidente do BPI dá uma conferência de imprensa a explicar quem deve integrar a nova administração do banco que o quis opar e com o qual é suposto concorrer no mercado, todos os dias…

4 Instalada entretanto a guerra interna, entra em cena o notável comendador Berardo – o homem que mais riqueza acumula e menos produz no país – protegido de Sócrates, que lhe deu um museu do Estado para ele armazenar a sua colecção de arte privada. Mas, verdade se diga, as brasas espalhadas por Berardo tiveram o mérito de revelar segredos ocultos e inconfessáveis daquela casa. E assim ficámos a saber que o filho do engenheiro fora financiado em milhões para um negócio de vão de escada, e perdoado em milhões quando o negócio inevitavelmente foi por água abaixo. E que havia também amigos do engenheiro e da administração, gente que se prestara ao esquema das “off-shores”, que igualmente viam os seus créditos malparados serem perdoados e esquecidos por acto de favor pessoal.

5 E foi quando, lá do fundo do sono dos justos onde dormia tranquilo, acorda inesperadamente o governador do Banco de Portugal e resolve dizer que já bastava: aquela gente não podia continuar a dirigir o banco, sob pena de acontecer alguma coisa de mais grave – como, por exemplo, a própria falência, a prazo.

6 Reúnem-se, então, as seguintes personalidades de eleição: o comendador Berardo, o presidente de uma empresa pública com participação no BCP e ele próprio ex-ministro de um governo PSD e da confiança pessoal de Sócrates, mais, ao que consta, alguém em representação do doutor “honoris causa” Stanley Ho – a quem tantos socialistas tanto devem e vice-versa. E, entre todos, congeminam um “take over” sobre a administração do BCP, com o “agréement” do dr. Fernando Ulrich, do BPI. E olhando para o panorama perturbante a que se tinha chegado, a juntar ao súbito despertar do dr. Vítor Constâncio, acharam todos avisado entregar o BCP ao PS. Para que não restassem dúvidas das suas boas intenções, até concordaram em que a vice-presidência fosse entregue ao sr. Armando Vara (que também usa ‘dr.’) – esse expoente político e bancário que o país inteiro conhece e respeita.

7 E eis como um banco, que era tão independente que fazia tremer os governos, desagua nos braços cândidos de um partido político – e logo o do Governo. E eis como um banco, que era tão cristão, tão “opus dei”, tão boas famílias, acaba na esfera dessa curiosa seita do avental, a que chamam maçonaria.

8 E, revelada a trama em todo o seu esplendor, que faz o líder da oposição? Pede em troca, para o seu partido, a Caixa Geral de Depósitos, o banco público. Pede e vai receber, porque há ‘matérias de regime’ que mesmo um governo com maioria absoluta no parlamento não se atreve a pôr em causa. Um governo inteligente, em Portugal, sabe que nunca pode abocanhar o bolo todo. Sob pena de os escândalos começarem a rolar na praça pública, não pode haver durante muito tempo um pequeno exército de desempregados da Grande Família do Bloco Central.

Se alguém me tivesse contado esta história, eu não teria acreditado. Mas vemos, ouvimos e lemos. E foi tal e qual.

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Merry Christmas and Happy New Year

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Eles estão doidos…!!!!!!!!!!

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Espero que estes académicos tenham acordado…!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Barroso considera défice comercial europeu para com a China insustentável
O défice comercial da União Europeia (UE) com a China é insustentável, alertou hoje, em Pequim, o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, que considerou mesmo a relação comercial com a China como «um verdadeiro problema»

«Temos um verdadeiro problema em termos do nosso comércio com a China, como dizemos aos nosso parceiro chineses, e eles reconhecem, o défice é um problema nas nossas relações», afirmou Durão Barroso, respondendo a perguntas dos alunos da Escola Central do Partido Comunista Chinês.


«A situação actual de crescente défice comercial europeu com a China não é sustentável. Precisamos de trabalhar juntos para, num espírito de reciprocidade, eliminar obstáculos ao acesso de bens e serviços em muitos sectores do mercado chinês», disse Barroso em discurso perante os futuros altos quadros do partido único que governa a China.


A UE, o maior parceiro comercial da China, queixa-se de que Pequim impõe demasiadas barreiras à entrada das empresas europeias no mercado chinês, obstáculos, que, segundo Bruxelas, fazem crescer o défice.


«É muito estranho que nós exportemos mais para a Suíça, que tem cerca de sete milhões de habitantes do que para a China [com 1,3 mil milhões de habitantes]. Não é natural», disse Barroso.

O presidente da comissão deixou também o aviso que a opinião pública europeia poderá vir a exigir medidas proteccionistas contra os produtos chineses, caso a China não tome medidas rápidas para reduzir o défice, que foi de 70 mil milhões de euros nos primeiros oito meses de 2007 e cresce a um ritmo de 23 por cento ao ano.


«O considerável e crescente aumento do défice faz aumenta a ansiedade dos cidadãos europeus quanto à globalização e há o risco que o crescimento económico da China seja visto como uma ameaça», sublinhou Barroso.


«Há que lidar com a questão de forma responsável para evitar pressões proteccionistas que podem ser muito difíceis de conter», acrescentou.


Durão Barroso destacou o papel da desvalorização do reminbi, a moeda chinesa, contra o euro – 12,5 por cento desde meados de 2005 – como outros dos factores que contribuem para o défice, ao tornar mais baratos os bens chineses nos mercados globais e mais caros os bens e serviços europeus.


«A questão da divisa deve ser considerada, porque cria problemas para as nossas exportações para a China», afirmou.


O governo chinês disse hoje «compreender os problemas europeus» mas reiterou que vai manter a política de valorização gradual do reminbi face às principais divisas mundiais.


«Compreendemos as preocupações da UE e estamos dispostos a intensificar o diálogo sobre o tema para se aprofundar o entendimento sobre a nossa política cambial», disse Qin Gang, porta-voz do ministério do Comércio chinês, em conferência de imprensa de rotina.


Qin afirmou que Pequim vai «manter sem vacilar» a reforma cambial do reminbi, mas concluiu que a «razoável estabilidade» da taxa de câmbio da moeda chinesa é do interesse da China e do resto do mundo.


A valorização do reminbi será um dos principais temas na cimeira UE-China, à qual o primeiro-ministro português José Sócrates vai presidir pelo lado europeu, enquanto presidente em exercício do conselho europeu.


Lusa / SOL

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Valores

O que representa para Portugal estes três nobres sectores que criam riqueza e bem-estar social.


 

         2005       2006
Calçado  
 
Volume de negócios
1.307.000.000
     1.339.000.000
Emprego
            34.208
                 33.970
Têxteis  
 
Volume de negócios
3.800.000.000
     3.850.000.000
Emprego
            76.000
                 75.000
Vestuário  
 
Volume de negócios
4.200.000.000
     4.110.000.000
Emprego
          120.000             
               115.000
 
 
 

Total dos 3 Sectores   

Volume de Negócios   :                   9.307.000.000         9.299.000.000  

Emprego                        :                            220.208                   223.970

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Têxteis , Vestuário e Calçado…..!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 

Na última viagem à América do Sul o Presidente da República salientou a mudança na estrutura da economia portuguesa, que já não passa pelos Têxteis, Vestuário e Calçado.


«A estrutura da economia portuguesa está a “ cambiar ” muito rapidamente. Os Têxteis,Vestuário o Calçado, já não são os principais produtos da exportação portuguesa. São os ” coches ” - a grande fábrica Volkswagen, uma das mais modernas da Europa, está instalada em Portugal – maquinarias e equipamentos«, Afirmou Aqui e  Aqui.

É frequente ouvirmos figuras da alta esfera política do país referirem-se aos sectores do têxtil, do vestuário e do calçado nacionais em termos pouco lisonjeiros.
 
            Coube agora a vez ao Sr. P. da R. vangloriar-se no Chile de que o nosso país se havia desenvolvido muito nos últimos anos e já não era uma nação atrofiada onde predominavam aquelas pobres indústrias de mão-de-obra intensiva.

            Que aqueles sectores sob o peso de interesses poderosos foram obrigados a reduzir o sua importância na nossa economia ninguém duvida.

            O que ganhou o nosso país com a redução destas actividades é que nós não sabemos e o Sr. P. da R. não disse, nem diz.

            Porém, o resultado de um quarto de século de incompetência política avoluma-se aos olhos de todos os portugueses:

- Centenas de milhares no desemprego.  ( 700.000  talvez mais. )

- Dívida externa das maiores do mundo. ( entre USD.272.000.000,00  e USD.368.000.000 ) Ver site com toda Informação.

- Crescimento económico anémico.

- Dois milhões no limiar da pobreza.

- E um monstro Estadual tão sôfrego que devora metade da riqueza produzida no país e para a qual ainda contribuem largamente os sectores do têxtil, do vestuário e do calçado.

            - É este o desenvolvimento que os Políticos defendem para Portugal? Ou o que verdadeiramente interessa no desempenho dos cargos públicos não é tirar o país do buraco onde o meteram, mas trabalhar na mira de lugares chorudamente remunerados da UE ou da ONU?

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Não é terror, mas abuso…!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Nicolau Santos

Irritou-se o ministro das Finanças com a acusação de terrorismo fiscal sobre os contribuintes. Talvez a acusação seja dura de mais. Mas que pelo menos existe um enorme abuso e uma inadmissível arrogância por parte da administração fiscal, lá isso existe, como demonstramos nas páginas 2 e 3 deste caderno.(Expresso de 10/11/2007)

Ninguém tem dúvidas de que era necessário combater a fuga e evasão fiscal, que havia e ainda há. Aceita-se, por isso, que se tenha entrado pela via dura, como a publicação da lista dos contribuintes faltosos e as penhoras sobre os bens dos contribuintes relapsos.

Mas já não se compreende que, como contrapartida, o Estado não aceite publicar a lista dos seus credores, nem que não pague também juros de mora exorbitantes quando se atrasa, os mesmos que exige a um contribuinte que não cumpriu as suas obrigações fiscais a tempo.

Em qualquer caso, por muitos abusos, fraudes e evasão fiscal que tenha havido e haja, não é admissível que todos os contribuintes passem a ser tratados como malfeitores e que se passe do oito para o oitenta. O que hoje está a ser feito são exigências inadmissíveis às pequenas e médias empresas e a contribuintes com rendimentos médios, que os estão a asfixiar. A balança dos direitos está claramente desequilibrada a favor de uma administração fiscal, que passou a seguir a máxima “eu cobro e vocês, se quiserem, reclamem. Mas, mesmo que tenham razão, o dinheiro fica deste lado durante muito tempo”.

Não é assim que se ganha o respeito dos contribuintes, nem a noção de que pagar impostos é um dever cívico.


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Viva o Rei

Blasfémia

Farto de aturar Chávez, promovido a estrela da cimeira ibero-americana, o Rei de Espanha mandou-o calar, depois de aquele insistir em chamar “fascista” a Aznar, interrompendo Zapatero que tentava defender o seu antecessor.
O real ¿por qué no te callas? valeu por uma cimeira inteira, ante a passividade dos outros líderes europeus ali presentes face aos insultos chavistas .
É por estas e por outras que a monarquia vai fazendo o seu caminho no terceiro milénio. Longa vida é o que lhes (ao Rei e à monarquia em Espanha) desejo neste momento.

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Parcerias Público Privadas ( Mafias!!!!!!!!!!)

Portugal, um país em recessão grave e endividado até ao tutano, tem que dizer “Basta!” à retórica governamental e partidária, exigindo dos políticos uma linguagem clara e transparente sobre a situação real do país e as alternativas que teoricamente se nos oferecem.

Como diz Medina Carreira, é preciso, de uma vez por todas, falar verdade aos portugueses e explicar de uma forma simples, e não dissimulada (como ocorre na ditirâmbica ilusionista do OE2008), o que pode e não ser dito, o que deve e não ser feito, e sobretudo, o que tem que ser poupado nas mordomias, fretes, derrapagens propositadas e escandalosos desvios da riqueza nacional
para os bolsos privados de especuladores financeiros, empresas portuguesas sob protecção negociada (de que a roubalheira das chamadas Parcerias Público Privadas é o mais recente estratagema) e boys do Bloco Central.

Sabemos, no entanto, que os encargos líquidos com parcerias público-privadas (PPP) no sector das concessões rodoviárias vão somar no próximo ano 860,1 milhões de euros (704 milhões dos quais, para as célebres SCUT do Cravinho!) E que o governo tenciona prosseguir com este tipo de negócios ruinosos com a meia dúzia de consórcios económico-financeiros (construtoras e bancos) com quem o actual regime político parece viver na mais encantada e ruinosa simbiose.

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Causas do DIA-A-DIA

Causas do DIA-A-DIA

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Divida Externa de Portugal.!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

DIVIDA EXTERNA DE PORTUGAL      -     26/09/2007            -            $  272.000.000.000                  

                                         

DUZENTOS E SETENTA DOIS MIL MILHÕES DE DOLARES.

 

DUZENTOS E SETENTA DOIS BILIÕES DE DOLARES.

 

É verdade!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Qual deficit nas contas públicas de 3 %, qual que, isso não é nada!!!!!!!!!!!!!!!!!


Os Nossos políticos, com a cumplicidade de toda a imprensa portuguesa, enterraram o país de vez.


Porque a imprensa económica não divulga a realidade do país?


Porque pertencem a mesma MÁFIA os que governam as nossas vidas.


No ano de 2003, a nossa divida externa era de 13,1 mil milhões de dólares. Hoje, no ano de 2007, a divida externa é de 272 mil milhões de dólares.

 

Passamos de 13 para 272 mil milhões de dólares !


GOSTARIA DE SABER ONDE FORAM GASTOS 272 MIL MILHÕES DE DOLARES!!!


POR FAVOR,  ESCLAREÇAM …………….


Gostaria de ser esclarecido pelo poder político, como Portugal irá saldar esta dívida?


Vão aumentar ainda mais os impostos que pagamos?


Vão contrair outros empréstimos para saldar os actuais?


Quem foi o responsável por este descalabro?


Onde estava a fiscalização da Assembleia da Republica?


Onde estava a fiscalização do Tribunal de Contas?


EM QUE FORAM GASTOS
272 BILIÕES DE DOLARES?


NOS ESTADIOS DE FUTEBOL?


NOS DOIS SUBMARINOS DE 900 MILHÕES DE EUROS?


NOS 500 MILHÕES DE EUROS GASTOS NOS AVIÕES F-16 DA FORÇA AÉREA?


NO PERDÃO DA DÍVIDA AOS PAÍSES CORRUPTOS AFRICANOS?


NA GENEROSA E DESINTERESSADA AJUDA Á TIMOR?


NA BARRAGEM CAHORRA BASSA, EM QUE PORTUGAL PERDOOU 1,5 MIL MILHÕES DE EUROS Á MOÇAMBIQUE?    

 

Porque a imprensa económica nunca faz referência a divida internacional de Portugal?

 

Cumplicidade é a resposta!!!!!!!!!!  

 

Cumplicidade de todos (políticos / imprensa / empresários / governo / bancos).


Nós contribuintes portugueses estamos cá para pagar, e bem pago, para sermos escravos de uma classe politica portuguesa corrupta e ineficaz.


As autarquias durante anos se endividaram nos bancos, sem terem condições para o fazer. Foram praças publicas construídas / destruídas / e outra vez reconstruídas.

Dinheiro jogado no lixo, nosso dinheiro!!!!!


Foi o governo central, de subsídios para as regiões autónomas, e sendo avalista de empréstimos sem retorno económico possível (Torrar Dinheiro).


Foi a criação de Fundações Públicas que escapam ao controlo do Tribunal de contas.
Sendo estas fundações um armário de empregos para : filhos de deputados e presidentes de câmaras, amigos e cúmplices.

 

NÃO SE ENGANEM, TODOS NÓS CONTRIBUINTES PORTUGUESES VAMOS PAGAR MUITO CARO!!!!!!!!!!!!!!!


Cada português (homem, mulher e criança) deste país, deve     $ 27.200 dólares em dívida externa aos bancos internacionais.

 

Salve-se quem puder …………………………………


Por mim, digo-lhes que vou pagar os impostos em Espanha quem sabe em França ou em Inglaterra, e que se f### o estado português, mais o Zezinho Sócrates !!!!!!!!!!!!!


TCHAU,

……………………

OBS: CASO TENHAM DÚVIDAS LEGITIMAS SOBRE ESTES DADOS, SUGIRO QUE VÃO AO SITE

 

(http://www.indexmundi.com) OU AINDA AO SITE DA CIA – CENTRAL DE ESPIONAGEM AMERICANA,

 (https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/geos/po.html)

 

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Socrates no seu melhor !!!!!!!

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O erro fatal do voo TP 653

O erro fatal do voo TP 653

No dia 6 de Agosto, o comandante do voo TP 653 tomou uma decisão cujos danos para TAP ainda não são totalmente conhecidos, mas que espero sejam muito elevados.

Como partiu de Amesterdão com duas horas de atraso, o comandante achou por bem agir como um pirata do ar fardado e desviou do Porto para Lisboa o destino do voo TP 653, argumentando que assim evitaria à companhia o prejuízo da anulação de um voo Lisboa-Paris.

Como contribuinte, acho preocupante que a estatal TAP se tenha dado ao luxo de fazer ao GES o jeito de lhe comprar, por 140 milhões de euros, a Portugália, que não fosse nacionalizada teria de fechar as portas.

Como cidadão, acho ultrajante a cultura de falta de respeito pelos passageiros que leva um comandante da TAP a mudar uma rota para poupar uns cobres à companhia.

Como portuense, sinto-me insultado porque sei (sabemos todos), que nem sequer passaria pela cabeça do infeliz comandante desviar, por razões económicas, um voo de Lisboa para o Porto.

A suprema infelicidade do comandante residiu no facto da equipa do FC Porto seguir a bordo do TP 653 e de os dirigentes portistas não serem gente para se acanhar quando suspeitam que há motivo para protestos.

O voo TP 653, que era suposto aterrar no Sá Carneiro às 16h10, aterrou em Lisboa às 18h30, e os passageiros com destino ao Porto, deficientemente informados e muito justamente mal dispostos, acabaram transferidos para um avião com mais passageiros do que lugares.

E como se o caldo ainda não estivesse suficientemente entornado, o comandante caprichou aom mandar prender o chefe da comitiva portista, por este, no seu entender, se ter excedido nos protestos.

Este episódio é revelador da falta de respeito da companhia pelos seus clientes, em particular pelos nortenhos. O menosprezo da TAP pelo Porto já é antigo e manifestou-se por anos a fio de desinvestimento, acabando com voos directos a partir do Sá Caneiro para concentrar na Portela (o tal aeroporto que está saturado) o essencial das suas operações.

A TAP já começou a pagar por esta sua arrogância centralista. Quando não há voo directo para o seu destino, nove em cada dez homens de negócio do Norte preferem fazer a escala em Frankfurt (os alemães aproveitaram o espaço deixado livre pela TAP para aumentarem as suas ligações diárias ao Porto) do que em Lisboa.

Penalizada pelos lugares de destaque que alcançou nos rankings internacionais da perda de malas e atrasos, a TAP iniciou uma campanha de lavagem da sua imagem. Da cartola, ainda só conseguiu tirar dois coelhos, ambos anémicos.

Anunciou com foros de notícia de primeira página, a inauguração de ligações directas do Porto a Bruxelas e Roma. Esqueceu-se de acrescentar que estas rotas se destinam a aproveitar os Fokkers que herdou da Portugália.

Para se calibrar a importância destas duas novas, basta ver que só a Ryanair vai abrir até ao fim do ano cinco novo voos directos do Porto para Pisa, Estocolmo, Valência, Bristol e Milão.

As migalhas dos voos para Bruxelas e Roma não me comovem. Por isso apoio o boicote portista. Voar na TAP, só mesmo quando não tiver alternativa.

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Banco de Portugal

Banco de Portugal

O Governador do Banco de Portugal mostrou-se indignado com o teor das notícias sobre empréstimos a administradores do Banco de Portugal, considerando-os legais. Vítor Constâncio adiantou que a instituição tem sido vítima de um «voyerismo» sem paralelo na comunicação social, com o objectivo de limitar a sua actuação e o desempenho do seu dever de supervisão.

O outro diz que anda a ser escutado e agora vem este queixar-se que anda a ser vítima de voyerismo. Oh Sr. Governador, bem se pode queixar que a comunicação social tem toda a razão. Vêm dizer-nos que o Banco de Portugal, que não é uma instituição de crédito, empresta o nosso dinheiro a administradores, coisa que nem os bancos privados podem fazer e é tudo legal. Talvez seja, mas o que não tenho dúvidas é que é uma “amoralidade” política. Numa altura em que grande parte da população anda com a corda no pescoço, com a subida dos juros e a ganância da banca, são logo administradores pagos a peso de ouro que usam esse cargo para conseguir crédito barato. Gostava de saber qual a taxa de juros, o spread, que comissões lhes cobra o banco.

Não pode ser quem prega a moral, os bons costumes e as boas práticas, que depois é o primeiro a fazer o contrário. Do Sr. Constâncio já não esperava grandes atitudes de coerência, pois quem paga a si próprio salários milionários, vive com todas as mordomias e nos vem aconselhar moderação salarial para quem sente os meses cada vez mais compridos, já mostrou daquilo que é feito. Que o governo nada faça, compreende-se pelos belos relatórios com que sempre o presenteia, mas espanta-me que também a oposição nada tenha a dizer sobre o assunto e da necessidade de acabar com a pouca vergonha. Não venham depois falar-nos de credibilizar e dignificar a classe politica. Pelo menos esta que temos, não merecem mesmo nada.

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Escutas em Portugal

WEHAVEKAOSINTHEGARDEN

  “Quando me montaram o telefone no gabinete, disseram-me que quando quisesse ter uma conversa mais secreta falasse junto da televisão”. Pinto Monteiro na A.R.

Muito se tem falado de escutas em Portugal. Ainda não entendi se o assunto saltou para as páginas dos jornais porque há uma preocupação real com o problema das liberdades e garantias dos cidadãos, embora duvide muito que esse seja o verdadeiro motivo, se foi porque os mais poderosos estão a ficar preocupados por também eles poderem agora ser escutados ou se é uma simples guerra de poder para saber quem realmente controla quem e o que é escutado. Seja como for há uma constatação que posso fazer, é que todas as escutas feitas nos casos mais mediáticos e que envolvem gente poderosa e influente, acabam em nada. Há sempre um qualquer problema de ilegalidades nessas escutas que as tornam inadmissíveis como prova em tribunal. Até agora, com a divulgação de algumas na imprensa, ainda íamos podendo ver a culpa de muitos, mesmo que em julgamento se safassem por manigâncias técnicas e processuais. Safavam-se da condenação, mas não da vergonha pública, (embora com a falta de vergonha que por aí há isso não pareça fazer-lhes muita moça). Agora, com o novo Código até disso se safam. Seja como for, quem controlar as escutas e aquilo que é escutado ganha um poder enorme. Não acredito que, quem no fim desta guerra venham a haver menos escutas, que os nossos direitos estejam melhor defendidos. O que acredito é que vai haver quem possa escolher quais são para apagar e quais são para divulgar. Depois do Caso Casa Pia, não posso deixar de acreditar que muitas poderão ser utilizadas com fins meramente políticos e partidários e isso é algo de muito grave. É por isso que desconfio muito da ideia que as escutas podem estar a ser feitas por particulares com equipamentos comprados na Net ou em lojas da especialidade. Haverá certamente alguns casos, mas não são esses aqueles que mais me assustam. Pelo sim pelo não vou comprar uma dúzia de televisões para espalhar por toda a casa, assim, quando telefonar, estarei sempre a falar perto de uma.

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* Ainda não perceberam *

 Correio da Manhã

Durão Barroso não se conteve – declarou que os resultados das eleições polacas, que derrotaram o ainda primeiro-ministro Jaroslaw Kaczynski, comprovam o “espírito europeu do povo polaco”.

Sabemos que os gémeos Kaczynski (um é presidente, outro primeiro-ministro) emperraram quase todas as negociações da União Europeia. Umas vezes com razão, outras sem nenhuma. Mas Barroso exagerou. No plano político e no do mero bom senso.

Primeiro, porque ainda ninguém explicou o que é isso de ‘espírito europeu’. Depois, porque nem na Polónia nem em lado nenhum, os votos dos povos europeus são motivados por questões da UE. Kaczynski foi derrotado porque governou mal e não porque os Senhores da União o detestavam. Aliás, graças a eles, esses povos estão cada vez mais longe desta Europa de tecnocratas, secos e cinzentos. Todos o sabem, menos os próprios – daí a presunção barrosista.

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Ainda há gente consciente…!!!!!!!!!!!!

Ainda há gente consciente…!!!!!!!!!!!!

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Mais uma pouca vergonha !!!!!!!!!!!!!!!!!!!


No primeiro dia de discussão do Orçamento de Estado para 2008 em sede de comissão parlamentar,a oposição criticou várias opções fiscais do Governo.O deputado do PCP, Honório Novo denunciou a alteração do artigo 36 do Imposto sobre Veículos que permite aos funcionários da União Europeia trocar de carro sem pagar imposto em Portugal.

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Gato Fedorento – Quem é que falou no Sócrates

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Tratado

Correio da Manha.

José Sócrates levantou a voz no Parlamento Europeu. Houve ataques ao Acordo de Lisboa e percebeu-se bem que Sócrates não gosta de críticas ao ‘seu’ Tratado.

À guisa de refutação, bradou um sonoro “acordem!” logo garantindo que a Europa vai passar a ter um “discurso ofensivo”. E fez cara de mau(zinho). Já percebi: o tal “discurso ofensivo” é o que ele tem andado por cá a fazer.

Anunciou um referendo e depois não o autoriza. Prometeu 150 mil empregos “em quatro anos” (10 de Janeiro de 2005), mas estes não se sentem nem pressentem. Jurou reformar a Administração – a reforma nem a meio ficou mas as queixas são imensas. Assegurou que iria diminuir a despesa pública mas só aumentou os impostos.

Sócrates tem tido muitos “discursos ofensivos”: são os que ferem a respeitabilidade dos políticos. A Europa não precisa desse tipo de exortações socráticas.


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Desemprego!!!!!!!!!!

WEHAVEKAOSINTHEGARDEN

“O ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, reconheceu ontem que “a questão do desemprego é o problema mais sério” com que actualmente se depara a economia portuguesa, acrescentando que “essa questão tem de ser resolvida pela própria economia, e não por decreto.”

Deixe lá Sr. Ministro, para muitas famílias portuguesas esse também é um dos mais sérios problemas que têm, quando não é a pobreza ou a fome. Mas isso parece que os Senhores não sabem o que é e por isso basta dizer que “o Governo está empenhado em ultrapassar a situação”, embora vá lavando as mãos e passando a responsabilidade para a economia, como se as politicas que defendem e a merda que têm feito não contasse nada para o assunto. Claro que as leis que temos e permitem o trabalho precário e as que aí vêm, com a flexigurança, nada têm a ver com isso. São todos inocentes.

O problema mais sério que temos em Portugal, não é o desemprego, são vocês, são todos aqueles que sempre colocaram o lucro, o dinheiro, a massa, o papel, o pilim à frente das pessoas. Transformaram-nos em objectos para o obter esquecendo que somos gente.

Todos nós sabemos que não vai haver economia nenhuma que vá resolver este problema, todos sabemos que tudo isto só tende a piorar. Esta globalização selvagem  não nos está a levar a lado nenhum bom, que já caminha na corda bamba e que, mais cedo ou mais tarde vai cair. E, quando cair vai fazer um “tsunami” tão grande que não sei quem vai conseguir escapar.

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Novo logotipo do Millennium BCP

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A CMVM pergunta a Jardim Gonçalves se deu 12 milhões ao filho, ele responde : OH PUIS DEI !

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Descodificação do nome SOCRATES

Acaba de me chegar às mãos um estudo efectuado por cientistas portugueses
que descodificaram o nome SOCRATES.

Eis as conclusões do estudo:

  S alazar
  O utrora
  C aiu
  R egressou
  A gora
  T ransformado
  E m
  S ocialista

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A Democracia é um número !!!!!!

A Democracia é um número !!!!!!

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Antes da Posse – Depois da Posse

 ANTES DA POSSE

  O nosso partido cumpre o que promete.

  Só os tolos podem crer que

  não lutaremos contra a corrupção. 

  Porque, se há algo certo para nós, é que

  a honestidade e a transparência são fundamentais.

  para alcançar nossos ideais 

  Mostraremos que é grande estupidez crer que

  as máfias continuarão no governo, como sempre.

  Asseguramos sem dúvida que

  a justiça social será o alvo de nossa acção.

  Apesar disso, há idiotas que imaginam que

  se possa governar com as manchas da velha política.

  Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que

  se termine com os marajás e as negociatas.

  Não permitiremos de nenhum modo que

  nossas crianças morram de fome.

  Cumpriremos nossos propósitos mesmo que

  os recursos económicos do país se esgotem.

  Exerceremos o poder até que

  Compreendam que

  Somos a nova política.

 

  DEPOIS DA POSSE *

 

  Basta ler o mesmo texto acima, DE BAIXO PARA CIMA*  

 

                 http://todaverdade.blog.com/

 

 

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  Beija-me ….Beija-me …….

  O 1º Ministro José Sócrates fazia um discurso:

 - Portuguesas e Portugueses, aproximam-se tempos difíceis é preciso
  poupar mais e gastar menos.

 -Temos que cumprir a meta do Défice.

 - Beija-me,  beija-me – grita uma mulher no meio da multidão .

 - É preciso aumentar os impostos, é preciso trabalhar mais horas.

 - Beija-me, beija-me – grita a mulher.

 - Os próximos anos vão ser anos difíceis.

 - Beija-me, beija-me.

  Um homem que estava ao lado da mulher, intrigado pergunta:

 - Então de cada vez que o 1º Ministro fala a sra. grita beija-me,
 beija-me?

 - É que eu gosto que me beijem enquanto me   f…o…d…e…m…


 

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Beco da Bicha…!!!!!!!!!!!!!!!

Beco da Bicha…!!!!!!!!!!!!!!!

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Emprego no IKEA…!!!!!!!!!!!!

Emprego no IKEA…!!!!!!!!!!!!

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Todos os Ministros são inteligentes…!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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1 - Há Três grandes áreas da sociedade que devem pagar impostos :   O CONSUMO, OS VÍCIOS E A POLUIÇÃO.
.

         Há outras três áreas em que é imoral e injusto pagar impostos :    O TRABALHO, O INVESTIMENTO E A POUPANÇA.

 

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2 -      A redistribuição do rendimento deve ser feita apenas no investimento do estado e nunca na cobrança dos impostos  

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Gato Fedorento – Virgilio, aluno da Casa Pia.!!!!!!!!!!

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Os Portugueses devem conhecer o teor das escutas telefónicas no Processo Casa Pia!!!

 José Maria Martins

Está na fase de filmagens um filme que terá o título “Corrupção”, baseado no livro de Carolina Salgado “Eu Carolina”.

Não conheço as escutas no Processo Apito Dourado.

O que sei é que as escutas são fundamentais para a descoberta da verdade e para desmascarar pessoas, para destruir a imagem que querem passar, para prova dos crimes que cometeram.

Os portugueses devem conhecer ,integralmente , o teor das escutas telefónicas feitas no âmbito do Processo Casa Pia.

Para saberem o labirinto de tráfico de influências, conhecerem o palavreado ordinário de alguns escutados, os métodos usados para branquear a verdade, os sistemas de manipulação, as “portas” a que os interessados bateram para safarem os amigos, para destruírem a prova.

É por causa destas situações que agora atacaram o sistema de escutas.

Antes os políticos estavam habituados a que as escutas fossem usados para apanhar os traficantes de droga, um ou outro homicida, alguns burlões e falsificadores.

Mas nos processos mediáticos foram sendo apanhados nas escutas políticos, juízes, grandes empresários.

Quando a situação atingiu os políticos, quando as escutas revelaram os labirintos da troca de favores, do tráfico de influências, da corrupção, os políticos tocaram o sino a rebate.

E vá de alterarem a lei para limitar as escutas telefónicas. Para eles se safarem.

Quem tem conhecimento da vida prática dos tribunais sabe que o que agora os políticos ,e seus sequazes ,criticam nada mais é que um ataque à descoberta da verdade, uma manobra de protecção para eles , políticos.

Os eleitores portugueses devem exigir conhecer as escutas telefónicas feitas no âmbito do Processo Casa Pia e do Apito Dourado.

Os portugueses devem pensar que os partidos não são como os clubes de futebol. Nós somos do mesmo clube sempre. É o coração que manda. Mas ser do Benfica ou do Porto, do Santa Clara ou do Álvaro, do Peso da Régua ou do Sporting não faz mal nenhum.

Mas já em relação aos partidos os portugueses devem exigir ética, honestidade, sentido de bem servir o Povo, verdade. Devemos mudar de partido quantas vezes necessárias.

Por exemplo, académico , se um homem político um dia diz que não aumentará os impostos e os aumentar , não passa de um aldrabão, um indíviduo que engana o Povo, que vive da mentira, do esquema. Pode tentar as justificações do costume, mas o ADN dele é feito de aldrabice. Tem vários “loci” reveladores de mentira, falsidade, aldrabice, falta de ética.

Deve ser arredado do Poder.

Como medida preventiva.

Aqui os portugueses têm de evoluir. Não podem tratar os partidos como os clubes. Há que responsabilizar os partidos que assentam na mentira, na aldrabice e apeá-los do Poder.

Porque se o não fizermos mostramos que não compreendemos a democracia e o poder do voto.

Pela cidadania.

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É DEMASIADO FÁCIL MORRER EM PORTUGAL

Jumento

«O Ministério Público (MP) do Tribunal de Oliveira de Azeméis vai investigar a morte de uma menina de seis anos ocorrida cerca da meia-noite de domingo numa pista de carrinhos de choque interdita a menores de 12 anos instalado nas Festas de La Salette . O equipamento fora alvo de vistoria da câmara e da EDP e dado como apto para funcionar.» [Diário de Notícias]

«« É uma pena que a ASAE ande tão preocupada com as bolas de Berlim…»»

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Falta de sensibilidade democrática

 Jumento

Como era de esperar o Tribunal Constitucional considerou inconstitucional a norma mais idiota adoptada pelo ministro Finanças, nem ao diabo passaria pela cabeça levantar o sigilo bancário de um cidadão só porque este se sentiu no direito de reclamar de uma decisão do fisco.

O mais grave desta medida está na incompetência da equipa do ministério das Finanças e na falta de sensibilidade democrática do ministro. É inexplicável que não tenha havido um jurista com competência e/ou coragem para alertar o ministro da a inconstitucionalidade evidente da norma que se pretendia adoptar. É inaceitável que o ministro não tenha a sensibilidade democrática necessária para perceber que nunca poderia adoptar uma medida vingativa contra os cidadão que façam uso dos seus direitos quando é o fisco que está em causa.

O ministro mandou a famosa ética republicana à fava mas esqueceu um pormenor, em Portugal existe um Estado de Direito e cabe ao Tribunal Constitucional a defesa da saúde desse Estado de Direito.

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